Instituto De Cirurgia Pedriatrica – Belem – PA

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Instituto De Cirurgia Pedriatrica - Belem - PA

Consultórios e Clínicas. A prática diária as decisões tomadas para resolver o problema do paciente são usualmente baseadas na aplicação consciente da informação avaliável por regras explicitamente definidas.

Consultas Popular em Nazare – Belem – PA

Endereço: Av Governador Jose Malcher, 815 Sala 215 – Nazare – Belem – PA
Cep: 66060230

Tipo de Estabelecimento: Outros
Tipo de Unidade: Cooperativa Ou Empresa De Cessao De Trabalhadores Na Saude
CNES: 9269770

Atividade base Reabilitação

Conjunto de ações e serviços orientados a desenvolver ou ampliar a capacidade funcional e desempenho dos indivíduos, proteger a saúde e prevenir agravos, de modo a contribuir para autonomia, acesso à direitos e participação em todas as esferas da vida social.

Telefone Instituto De Cirurgia Pedriatrica: 32243289

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Consultórios e Clínicas – Check-Up em  Nazaré - Belém - PA 

Elizeth Do Socorro Da Silva Braga – Belem – PA



Gina Rodrigues Belem – Fortaleza – CE



Maria Do Perpetuo Socorro De Sousa Machado – Belem – PA



Fique Sabendo?


Azia – Sintomas

A sua sensação começa habitualmente no esterno e pode subir até à garganta. É mais comum depois das refeições ou quando o paciente está deitado, podendo durar minutos ou horas. De um modo geral, manifesta-se sob a forma de uma impressão de ardor ou queimadura que pode agravar quando se engole. Essa ardência resulta da irritação causada pelo refluxo do conteúdo do estômago para o esófago. Noutros casos, surge como um sabor amargo na boca. Este sintoma não deve ser confundido com dificuldade em engolir, que se designa por disfagia, e que pode ocorrer em diversas doenças como a esofagite ou o cancro do esófago. Em alguns casos, associa-se a um quadro de tosse crónica, igualmente resultante da irritação do esófago pelo conteúdo do estômago. Se esta condição não for tratada e se ocorrer com frequência, a lesão repetida das paredes do esófago poderá causar perdas de sangue e um progressivo estreitamento do canal, dificultando a deglutição. Podem ainda ocorrer úlceras no esófago e, se a agressão for prolongada, existe o risco de desenvolvimento de cancro do esófago. A dor da azia pode simular a que ocorre durante um ataque cardíaco e é importante, em caso de dúvida, recorrer com urgência ao médico.


Teste de urease positivo, o que significa?

O teste de urease é realizado durante a endoscopia digestiva alta, para verificar a presença da bactéria Helicobacter pylori, associada à gastrite, esofagite e duodenite, úlceras, câncer e linfoma do estômago. Quando positivo, o teste significa que a bactéria está presente. Se negativo, significa que a presença da bactéria não foi detectada.


Rotura da Coifa dos Rotadores – O que é

A coifa dos rotadores é constituída por quatro tendões que se encontram sobre a cápsula articular a qual envolve a articulação do ombro. Estes tendões chamam-se: Sub-escapular (à frente), supra-espinhoso (em cima) e infra-espinhoso e pequeno redondo atrás. Por ação dos respetivos músculos os tendões atuam em conjunto para controlar o movimento do ombro (veja artigo sobre síndrome de conflito). A rotura da coifa dos rotadores corresponde a uma rotura da região de inserção destes tendões ao nível da cabeça do úmero.

Por ações externas (traumatismos) e/ou internas estes tendões sofrem alterações da sua estrutura e da sua qualidade. Assim uma queda pode levar a uma rotura de um destes tendões, mas também o processo de envelhecimento do tendão aliado aos esforços diários, podem desgastar tanto o tendão que se dá origem a uma rotura. Também um tendão desgastado, embora sem rotura, por ocasião de um traumatismo de baixa energia pode romper mais facilmente. Embora estas situações levem a roturas, têm características diferentes e como tal devem ser encaradas de formas distintas.


Fratura do Punho e da Mão – O que é

As fraturas do punho e da mão podem envolver diversos ossos, alguns pequenos como as falanges, outros de maiores dimensões, como os metacarpos.

Uma fratura ocorre quando é aplicada ao osso uma força suficiente para o partir, desencadeando dor, edema e incapacidade funcional, muitas vezes associada a deformação.

As fraturas podem ser simples e alinhadas e estáveis, podem ser instáveis com tendência para angular ou rodar e podem ainda serem cominutivas (com múltiplos fragmentos ósseos normalmente muito instáveis). Uma fratura exposta ocorre quando um dos fragmentos ósseos perfura a pele e carecem de especial atenção por risco de infeção.

A nível do punho, as possibilidades são também diversas e importa analisá-las de modo individual. De facto, o punho é composto por 8 pequenos ossos e ainda pelo rádio e pelo cúbito. Esses ossos formam entre si diversas articulações e estão revestidos por cartilagem. 

A osteoporose aumenta o risco das fraturas do punho.

Um dos ossos mais susceptíveis é o rádio. As fraturas do punho podem ser simples, quando os ossos estão alinhados e estabilizados, ou podem ser instáveis quando os fragmentos ósseos se deslocam ou mudam de posição. Um correto alinhamento é essencial para se evitarem deformidades futuras e limitações nos movimentos, com artrite e dor.

 

Fraturas do Rádio

As fraturas do rádio são comuns em modalidades como o skate e o futebol.

A gravidade varia com o grau de compromisso articular sendo maior em desportos de alto contacto (ex: desportos equestres ou motorizados).

O mecanismo mais comum é a queda sobre a mão com o punho em hiperextensão.

Ocorre dor, impotência funcional e inchaço. A avaliação por imagem inicial é feita através da radiografia mas a tomografia computorizada ou a ressonância magnética podem ser necessárias nas fraturas articulares ou na suspeita de uma lesão ligamentar.

A presença de adormecimento ou formigueiros nos dedos sugere lesão de um nervo.

O objetivo do tratamento é manter o comprimento do osso, a sua inclinação radial e a congruência das várias articulações do rádio. As fraturas não desviadas devem ser tratadas conservadoramente. As fraturas desviadas devem ser submetidas a redução e a fixação.

 

 

Fraturas dos Dedos

Os ossos da mão estão alinhados de um modo muito preciso. Se uma fratura de um dedo não for devidamente corrigida podem ocorrer problemas significativos. Mesmo a fratura de um único dedo pode causar o desalinhamento de toda a mão e, sem tratamento, o dedo fica rígido e doloroso.

De um modo geral, as fraturas dos dedos ocorrem como resultado de um trauma da mão, num impacto directo ou numa queda. Mesmo uma bola pode causar a fratura de um dedo.

Os sintomas são um inchaço e deformação na zona da fratura, dor, formação de hematoma, incapacidade de mover o dedo.

Os ossos dos dedos podem fraturar-se de diversos modos, podendo ser fraturas completas, em espiral, com fragmentos, etc.

O alinhamento do dedo fraturado pode ser feito sem cirurgia seguido de imobilização durante cerca de 3 semanas. Essa imobilização pode incluir os dedos vizinhos de modo a fornecer suporte adicional e será seguida de um período adequado de fisioterapia.

 

Fraturas do Polegar

Esta fratura merece um tratamento destacado dada a importância do polegar. É graças ao polegar que é possível segurar um objeto e uma fratura deste dedo aumenta o risco de artrite numa fase mais tardia da vida.

O polegar é formado por dois ossos, a falange distal e a falange proximal, e as fraturas mais graves são as que afetam o dedo junto às suas articulações, sobretudo na sua ligação ao punho. Estas fraturas são mais difíceis de tratar e apresentam um pior prognóstico.

As causas mais comuns são os impactos diretos, como as quedas, ou os causados por uma bola que se tenta agarrar empurrando o polegar para trás.

Podem ocorrer fraturas por mecanismos indiretos, como uma contração ou torção muscular, o que pode acontecer em desportos como o wrestling, hóquei, futebol e esqui. 

As deficiências de cálcio aumentam o risco deste tipo de fratura.

O uso de material protetor adequado reduz o risco de fratura do polegar, sendo igualmente importante uma boa preparação prévia e uma nutrição adequada.

A fratura do polegar manifesta-se por dor intensa no local da fratura, inchaço, limitação de movimentos, deformação sensação de adormecimento ou de frio no polegar. 

Um atraso no tratamento, com manutenção de um inchaço, torna mais difícil a correto alinhamento dos ossos. A imobilização é importante para impedir o movimento ou deslocação dos ossos fraturados. Essa imobilização deverá ser mantida durante 6 semanas e, durante esse período, serão feitas radiografias de controlo.

A cirurgia poderá ser necessária, em função da localização e da quantidade de movimento dos fragmentos ósseos. A cirurgia passa pela fixação dos fragmentos por via interna ou externa.

A imobilização é mantida durante 2 a 6 semanas e a fisioterapia é iniciada após esse período. Poderão ser necessários cerca de 3 meses até se recuperar o uso pleno da mão.

Se a mão for mantida numa posição estável, estas fraturas cicatrizam bem, embora exista o risco de desenvolvimento de uma artrite que pode limitar os movimentos e a força do polegar.

A realização de movimentos com o polegar dentro de água quente e o uso de objectos concebidos para estimular o movimento de abrir e fechar a mão poderá ajudar, embora estas estratégias devam ser sempre definidas pelo médico ortopedista.

 

Fraturas do Escafóide

O escafóide é o osso mais fraturado no punho (60% dos casos).

Esta fratura tende a ser pouco diagnosticada, sendo uma ameaça para a vida competitiva de um atleta, com evolução possível para artrose. Se não for tratada, altera toda a mobilidade do punho. Como tal, um diagnóstico precoce e um tratamento adequado são de extrema importância.

As fraturas do escafóide resultam, quase sempre, de uma queda sobre o punho em hiperextensão e desviado para o lado do polegar, podendo haver outros mecanismos. Quanto maior a extensão do punho na queda maior o risco de fratura deste osso. Quando a extensão é menor, será mais provável a fratura do rádio. 

Este tipo de fratura provoca dor no punho, sobretudo na região da tabaqueira anatómica (pequena cavidade triangular formada pelos tendões do polegar quando este está em extensão). Esta dor deve levantar suspeita de fratura do escafóide. É raro ocorrer deformação ou inchaço neste tipo de fratura, o que pode atrasar o diagnóstico.

Se esta fratura não for visível no exame radiológico inicial, o punho deve ser imobilizado havendo lugar a novo exame após duas semanas.

Para lá da radiografia, a cintigrafia, a ressonância magnética e a tomografia computorizada são exames importantes para um diagnóstico precoce e rigoroso.

 

Fraturas da Mão

A mão contém 27 ossos.

As fraturas dos metacarpos e das falanges são comuns em diversos desportos. A fratura mais comum é a “fratura do lutador de box” que ocorre quando se bate com a mão contra uma superfície com o punho cerrado. Nesta fratura, o quinto metacarpo (no dedo mindinho) fica deprimido e os tecidos ficam sensíveis e inchados.

Estas fraturas podem ocorrer numa queda, movimento de torção, acidente de viação ou em desportos com contacto directo.

Manifestam-se sob a forma de inchaço, dor, deformação, incapacidade de mover um ou mais dedos, redução no comprimento do dedo, nós dos dedos deprimidos e cruzamento de um dedo sobre outro quando se tenta cerrar o punho.

O tratamento passa pelo realinhamento dos ossos que, com frequência, é possível sem cirurgia. A imobilização é essencial durante 3 a 6 semanas. Após esse período deverão ser iniciados movimentos suaves com a mão.

A cirurgia pode ser necessária para estabilizar e alinhar os ossos. Este aspeto é importante porque se os ossos cicatrizam na posição incorreta, pode ocorrer perda de função do dedo.


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