Ligia Maria Guimaraes Martins – Fortaleza – CE

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Ligia Maria Guimaraes Martins - Fortaleza - CE

Consultórios e Clínicas. A prática diária as decisões tomadas para resolver o problema do paciente são usualmente baseadas na aplicação consciente da informação avaliável por regras explicitamente definidas.

Consultas Popular em Cidade Dos Funcionar – Fortaleza – CE

Endereço: Av Oliveira Paiva, 1926 – Cidade Dos Funcionar – Fortaleza – CE
Cep: 60160160

Tipo de Estabelecimento: Ambulatório
Tipo de Unidade: Consultório
CNES: 3392007

Atividade base Reabilitação

Conjunto de ações e serviços orientados a desenvolver ou ampliar a capacidade funcional e desempenho dos indivíduos, proteger a saúde e prevenir agravos, de modo a contribuir para autonomia, acesso à direitos e participação em todas as esferas da vida social.

Telefone Ligia Maria Guimaraes Martins: (85)32713130

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Fique Sabendo?


É preciso estar em jejum para fazer o exame Beta HCG?

Para coleta do beta-HCG no sangue o jejum não é obrigatório, embora alguns laboratórios recomendam jejum de 4 horas. O mais adequado é confirmar no laboratório onde será feita a coleta.


Olho Vermelho – Sintomas

Olho vermelho pode acompanhar-se por outros sintomas, que embora possam variar de acordo com a causa, nem sempre são suficientes para o diagnóstico diferencial. Alguns destes sintomas – como a dor ou redução da visão – são mais preocupantes e justificam uma observação clínica detalhada. Outras possíveis manifestações associadas são a sensação de “areias”, secreções ou “olho” colado, ardor, prurido, ou uma sensibilidade anormal à luz.


Ansiedade – O que é

A ansiedade é uma emoção normal, experienciada pelas pessoas no seu dia a dia, e caraterizada por sentimentos de tensão, preocupação, insegurança, normalmente acompanhados por alterações físicas como o aumento da pressão arterial e da frequência cardíaca, sudação, secura da boca, tremores e tonturas.

Apesar deste caráter normativo, quando a ansiedade persiste em certos contextos, interfere negativamente com a capacidade de desenvolver as atividades diárias e causa sofrimento físico e/ou emocional significativo, estamos perante uma patologia ansiosa.

Trata-se de um problema importante e comum. A nível da medicação, entre 2004 e 2009, observou-se um crescimento de 25,3% no consumo de ansiolíticos, hipnóticos, sedativos e antidepressivos. Estes dados são confirmados pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), onde Portugal se situa acima da média dos países desta entidade no consumo de ansiolíticos. São escassos, no entanto, os estudos que apresentam resultados relativos à realidade portuguesa. Alguns apontam para taxas de cerca de 50% dos utilizadores de cuidados primários de saúde apresentando sintomas de depressão/ansiedade. 

As evidências demonstram maior prevalência de perturbações depressivas e de ansiedade entre as mulheres. Em Portugal, existem poucas evidências dessa tendência, embora alguns estudos recentes sugiram que o género feminino é mais suscetível a esse tipo de perturbação.

Em condições normais, a ansiedade pode ser útil, na medida em que ajuda a identificar situações de perigo e permite uma melhor preparação para as enfrentar. Quando bem controlada, atua sobretudo como estimulante. Em excesso, causa sofrimento desnecessário.

Existem diferentes formas de ansiedade, cada uma delas com sintomas diferentes, sendo as principais as seguintes:

doença obsessiva compulsiva
stress pós-traumático
pânico
agorafobia, ansiedade generalizada, social ou de separação

 

Relação entre ansiedade e depressão

A ansiedade faz parte do quadro clínico da depressão e está associada de forma variável às alterações de humor e aos estados depressivos. Pode-se, portanto, afirmar que os pacientes com esta patologia sofrem também de ansiedade, mais ou menos pronunciada. Da mesma forma, a maioria das pessoas em que a ansiedade se manifesta num grau elevado pode evoluir para um estado depressivo. A presença em simultâneo de depressão e ansiedade é muito marcante, implicando maior gravidade de sintomas. Estudos desenvolvidos em Portugal registaram forte correlação entre depressão, ansiedade e stress.


Nevralgia – Sintomas

Os sintomas dependem do nervo afetado. No caso da nevralgia pós-herpética, o nervo pode ser praticamente qualquer um. Habitualmente ocorre após a fase de vesículas e pode durar meses ou anos. Na do trigémio associa-se a dor ao longo do trajeto deste nervo, que se estende do cérebro até a uma das faces (muito comum nos idosos). De um modo geral, este caso resulta da compressão do nervo por um vaso sanguíneo. Na do glossofaríngeo, que se localiza na região da garganta, a dor atinge o pescoço e a garganta. Este tipo de não é tão frequente.

Para além da dor, a nevralgia pode acompanhar-se de maior sensibilidade da pele ao longo do trajeto do nervo lesado, de modo que qualquer toque é sentido como mais doloroso. Por outro lado, também pode ocorrer adormecimento ao longo desse percurso e os músculos que recebem o impulso do nervo afetado podem evidenciar sinais de fraqueza ou, mesmo, de paralisia total.


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