Mario Rrenuzza – Balneario Camboriu – SC

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Mario Rrenuzza - Balneario Camboriu - SC

Consultórios e Clínicas. A prática diária as decisões tomadas para resolver o problema do paciente são usualmente baseadas na aplicação consciente da informação avaliável por regras explicitamente definidas.

Consultas Popular em Centro – Balneario Camboriu – SC

Endereço: Avenida Alvin Bauer, 455 Sala 14 – Centro – Balneario Camboriu – SC
Cep: 88330643

Tipo de Estabelecimento:
Tipo de Unidade: Consultório
CNES: 2336057

Atividade base Reabilitação

Conjunto de ações e serviços orientados a desenvolver ou ampliar a capacidade funcional e desempenho dos indivíduos, proteger a saúde e prevenir agravos, de modo a contribuir para autonomia, acesso à direitos e participação em todas as esferas da vida social.

Telefone Mario Rrenuzza: (47)3676420

Encontre Consultórios e Clínicas em Centro – Balneario Camboriu – SC

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Consultórios e Clínicas – Checkup do Homem em  Centro - Balneário Camboriú - SC 

Fique Sabendo?


É possível prevenir o mal súbito?

Como o próprio nome diz, ele chega sem muito aviso. E, como mencionado, o mal súbito pode ser a manifestação de inúmeras doenças. Dessa forma, quando seu pano de fundo está associado às questões neurológicas, como fator de risco a idade avançada, a prevenção é mais difícil.

No entanto, o que é possível prevenir são as causas que levam ao mal súbito. Por exemplo, o AVC está ligado a aterosclerose e a hipertensão. Então. a saída é incluir na rotina cuidados que protejam a saúde do coração e possibilitem seu bom funcionamento.


Qual é o tratamento para peito de pombo?

Depende. O tratamento para “peito de pombo”, varia de acordo principalmente com a gravidade do quadro. Podendo ser indicado tratamento mais conservador, com o uso de uma órtese (colete específico), nos casos mais leves, ou a cirurgia corretiva, nos casos mais graves.


Corrimento vaginal e ardência para urinar, o que é?

Após a relação sexual, a pessoa pode sentir ardência para urinar o que não necessariamente chega a ser dor. Pela fricção que ocorre durante o ato sexual, é normal sentir essa ardência após a relação. Contudo, essa ardência, em geral, deixa de existir após algumas micções.


Bexiga hiperativa – O que é

A bexiga hiperativa é um distúrbio neuromuscular, no qual o músculo da parede da bexiga se contrai inapropriadamente durante o seu enchimento, comprometendo a fase de armazenamento.

Quando a bexiga não está cheia, o seu músculo está relaxado. Quando ela está mais preenchida, são enviados sinais para o sistema nervoso com essa informação e assim se desencadeia a vontade de urinar. A bexiga hiperativa ocorre quando esse sinal é enviado mesmo sem a bexiga estar cheia ou quando os músculos da bexiga são demasiado activos, forçando a bexiga a contrair-se mesmo sem estar cheia e, desse modo, causando uma vontade urgente de urinar.

A bexiga hiperativa não corresponde a uma doença mas a um conjunto de sintomas, como a necessidade urgente de urinar (urgência miccional), com ou sem incontinência, habitualmente acompanhada de frequência e de aumento no número de micções noturnas (noctúria), na ausência de infeção ou outra doença que possa explicar esses sintomas.

Este quadro afecta de modo significativo a qualidade de vida, aumenta o risco de depressão e reduz a qualidade do sono. São frequentes os efeitos psicológicos, com sentimentos de medo, vergonha e culpa. A preocupação em relação ao odor, a sensação de sujidade, a incontinência durante a actividade sexual podem comprometer a vida afectiva dos pacientes afectados e a frequência urinária e a necessidade de interromper tarefas interfere com a capacidade de trabalho e de viajar.

Nos Estados Unidos da América, estima-se cerca de 30% dos homens e 40% das mulheres apresentem sintomas de bexiga hiperativa. Em Portugal, estima-se que a prevalência de sintomas indicativos de bexiga hiperativa é ligeiramente superior em homens do que em mulheres. Estes números poderão ser maiores porque muitas pessoas com sintomas não recorrem ao médico por vergonha ou por desconhecerem que existe tratamento. A prevalência da bexiga hiperativa aumenta com a idade (20% aos 70 anos e 30% aos 75 anos); contudo, não deve ser encarada como parte do envelhecimento, mas sim como uma perturbação que pode ser tratada.


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