Sepac – Moreno – PE

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Sepac - Moreno - PE

Consultórios e Clínicas. A prática diária as decisões tomadas para resolver o problema do paciente são usualmente baseadas na aplicação consciente da informação avaliável por regras explicitamente definidas.

Consultas Popular em Centro – Moreno – PE

Endereço: Av Cleto Campelo, 3360 – Centro – Moreno – PE
Cep: 54800000

Tipo de Estabelecimento: Ambulatório
Tipo de Unidade: Clinica Médica, Centro De Especialidade
CNES: 2343835

Atividade base Reabilitação

Conjunto de ações e serviços orientados a desenvolver ou ampliar a capacidade funcional e desempenho dos indivíduos, proteger a saúde e prevenir agravos, de modo a contribuir para autonomia, acesso à direitos e participação em todas as esferas da vida social.

Telefone Sepac: (81)35350585

Encontre Consultórios e Clínicas em Centro – Moreno – PE

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Consultórios e Clínicas – Genética Médica em  Centro - Moreno - PE 

Clara Margarida Bonfim Moreno Del Rio – Rio Claro – SP



Cons Medico Iara Moreno Linhares – Sao Paulo – SP



Alessandra Barbosa Moreno Pouso Alegre – Pouso Alegre – MG



Fique Sabendo?


Breve roteiro para iniciar a prática de atividade física

Roteiro para iniciar a prática de atividade física: Vale caminhar, dançar, passear de bicicleta, subir e descer escadas, nadar, fazer alongamento, o importante é começar


Icterícia – Sintomas

A icterícia tanto pode surgir de repente como desenvolver-se lentamente. Os principais sinais e sintomas da icterícia incluem: escleróticas e pele amarela, urina mais escura, fezes normais ou esbranquiçadas, consoante o tipo de doença subjacente.


Série Dez Passos para Parar de Fumar: Encontre substitutos saudáveis

Fumar não é um hábito. O tabagismo é uma doença crônica que causa mais de 50 outras patologias. Na série de matérias com um passo a passo em dez etapas para ajudar a deixar o tabaco de lado, a plataforma Saúde Brasil ressalta o quinto tópico


Intoxicação alimentar – O que é

A intoxicação alimentar é um problema comum, por vezes grave e que pode pôr a vida em risco. As pessoas infetadas com organismos patogénicos causadores de doenças transmitidos por alimentos podem ser assintomáticos ou variar nas queixas desde leve desconforto intestinal a desidratação grave,  diarreia com sangue, prostração e alterações graves do estado geral e da consciência.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) tem publicado dados que são muito esclarecedores quanto à importância das bactérias, vírus e parasitas como agentes causadores de doenças de origem alimentar.

As diarreias provocadas por alimentos contaminados e de água imprópria para consumo são atualmente as principais causas de doença e morte nos países em desenvolvimento, matando cerca de 1,8 milhões de pessoas todos os anos, principalmente crianças. Na listagem das patologias com maior prevalência no mundo, as gastroenterites ocupam o primeiro lugar.

De acordo com as estimativas, as doenças de origem alimentar são 300 a 350 vezes mais frequentes do que indicam os casos declarados, afetando anualmente uma em cada três pessoas. Estas enfermidades são na sua maioria: toxinfeções alimentares, termo utilizado para englobar as infeções que ocorrem quando se ingere um alimento contaminado com um microrganismo patogénico que é capaz de crescer no trato gastrointestinal; e  intoxicações alimentares, que resultam da ingestão de alimentos nos quais previamente cresceram bactérias ou outros microrganismos que produziram toxinas que acabam por ser ingeridas juntamente com ele.

Desde 2005 que a declaração de surtos de origem alimentar tornou-se obrigatória para todos os Estados Membros da União Europeia. Em 2006, 24 países comunicaram um total de 5.710 surtos, envolvendo 53.568 pessoas, de que resultaram 5.525 hospitalizações e 50 mortes. Quando se comparam os resultados desse ano com os de 2005, observa-se um aumento de 6,6% do número de casos notificados. Os principais alimentos envolvidos foram os ovos e produtos derivados (17,8%) e a carne (não especificada, responsável por 10,3%). Seguiram-se-lhes o peixe e os seus subprodutos (17,8%) e os laticínios (3,2%).

Em Portugal, tal como acontece na maioria dos países industrializados, os dados relativos às doenças de origem alimentar são escassos, o que se traduz numa subavaliação da real dimensão desta questão e, provavelmente, numa incorreta perceção da importância relativa de cada uma das patologias. Para esta situação contribuem diversos fatores. A maioria das vítimas de uma infeção ou intoxicação alimentar não recorre a um profissional de saúde e, quando o faz, raramente é sujeita a análises que permitam identificar o agente responsável.


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