Climap Clinica Medica Antonio Peixoto – Maceio – AL

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Climap Clinica Medica Antonio Peixoto - Maceio - AL

Consultórios e Clínicas. A prática diária as decisões tomadas para resolver o problema do paciente são usualmente baseadas na aplicação consciente da informação avaliável por regras explicitamente definidas.

Consultas Popular em Gruta De Lourdes – Maceio – AL

Endereço: Av Ariosvaldo Pereira Cintra, 239 – Gruta De Lourdes – Maceio – AL
Cep: 57052520

Tipo de Estabelecimento: Unidade De Apoio Diagnóstico
Tipo de Unidade: Clinica Médica, Centro De Especialidade
CNES: 6281427

Atividade base Reabilitação

Conjunto de ações e serviços orientados a desenvolver ou ampliar a capacidade funcional e desempenho dos indivíduos, proteger a saúde e prevenir agravos, de modo a contribuir para autonomia, acesso à direitos e participação em todas as esferas da vida social.

Telefone Climap Clinica Medica Antonio Peixoto: (082) 3338 5154

Encontre Consultórios e Clínicas em Gruta De Lourdes – Maceio – AL

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Consultórios e Clínicas – Agente De Zoonose em  Gruta De Lourdes - Maceió - AL 

Centro De Reabilitacao Vandete Ferreira – Maceio – AL



Consultorio Oontologico Marcela Da Silva Oliveira – Maceio – AL



Fique Sabendo?


Saúde dos olhos

Saiba mais sobre essa estrutura complexa e delicada responsável por perceber o mundo ao seu redor


Wernicke, Afasia de – Doenças e Tratamentos

A Afasia de Wernicke, também conhecida por afasia fluente, de recepção ou sensorial, é uma alteração na linguagem oral e escrita que se caracteriza por não haver uma comunicação precisa, pois as palavras expressas são referidas como sopa de letras, sem ordem e confusas.


Brucelose – Doenças e Tratamentos

Conhecida também como febre-de-malta, estamos perante uma infecção causada pela bactéria brucella transmitida pelos lacticínios não pasteurizados.


Varicela – Sintomas

O vírus pode ser transmitido pelas secreções respiratórias, por disseminação através do ar quando a pessoa infetada tosse, espirra ou fala ou por contacto com o líquido das lesões cutâneas, quando estas se rompem. Outro modo de transmissão do vírus é por via transplacentária que pode levar à infeção do feto.

Os sintomas mais típicos são a presença de pequenas bolhas cheias de líquido na pele, sobretudo no tronco, mas que podem também surgir no rosto, no couro cabeludo e nos genitais ou até espalhar-se por todo o corpo. Antes do seu aparecimento, a varicela dá-se a conhecer pela presença de manchas rosadas, planas e superficiais que, numa segunda fase, se vão transformando até se formarem bolhas de paredes muito finas que contêm um líquido transparente. Elas acabam por se romper, deixando pequenas lesões na pele que secam, até que se forma uma crosta que também desaparece, de um modo geral, sem deixar marcas. Estas diversas fases podem estar presentes em simultâneo no doente. Nalguns casos, manifesta-se de uma forma ligeira, formando-se poucas bolhas. Noutros, irrompem às centenas, por vezes, até no céu da boca ou no interior do reto e na vagina, causando grande incómodo. O prurido causado é muito acentuado e pode causar lesões na pele e/ou infeção bacteriana. Como tal, é muito importante manter as unhas das crianças curtas e limpas de modo a minimizar estes riscos.

Embora as bolhas sejam o sinal mais visível da varicela, existem outros sintomas como febre, dores abdominais, falta de apetite, dores de cabeça e mal estar geral. Estes sintomas costumam ser ligeiros.

Apesar de ser uma doença benigna, podem ocorrer complicações, como pneumonia, encefalite (inflamação do cérebro), celulite ou choque tóxico. Importa saber que, embora cada pessoa tenha um único episódio de varicela, o vírus permanece latente nas células nervosas. Quando é reativado, em condições de doença, stress, exposição ao sol, uso de medicamentos, emerge sob a forma de uma nova doença, chamada zona (igualmente causada pelo vírus herpes-zoster). Esta ocorre em cerca de 10% dos adultos que tiveram varicela na infância.

A varicela tende a ser mais grave quando adquirida na idade adulta, sobretudo, em doentes com as suas defesas diminuídas por outras patologias ou pelo uso de alguns medicamentos como os corticoides. De facto, os adolescentes e os adultos são mais suscetíveis a complicações graves, com um aumento 20 vezes superior na mortalidade entre os 15 e os 44 anos. As grávidas também são um grupo particular de risco. Se a mulher não teve varicela na infância e a contrair durante a gestação, sobretudo nas primeiras semanas, o feto pode nascer com anomalias congénitas. Se a doença for contraída na semana que antecede o parto, existe o risco do bebé nascer com uma infeção que pode ser fatal. Pelo contrário, se a mãe tiver varicela antes de engravidar, o feto recebe anticorpos através da placenta ou durante a amamentação, o que reduz a probabilidade de a contrair ou, caso ela surja, seja numa forma muito ligeira.


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