Fenda palatina – O que é

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A fenda palatina é uma embriopatia que afeta o palato mole e duro em graus variados. Pode associar-se a fenda labial.

A sua incidência anual varia entre 1/3.300 e 1/10.000 nascimentos, sendo mais frequente no género feminino.

Em Portugal, estima-se que cerca de 1 em cada 600 crianças que nasce é portadora de uma fenda labial, palatina ou lábio-palatina. Ou seja, nascem em Portugal cerca de 150 crianças por ano com esta malformação.

 

A fenda palatina tem uma localização mediana, unindo a cavidade bucal às duas fossas nasais e à nasofaringe.

As suas formas clínicas variam desde uma fenda com um entalhe na parte posterior do palato duro até uma fenda completa do palato que se estende até à região posterior.

Existem outros tipos, como a fenda submucosa do palato, que se encontram cobertas por mucosa oral e nasal, tornando o diagnóstico mais difícil.


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Dor de dentes – Doenças e Tratamentos

As medidas tomadas dependem do tipo de dor, que pode associar-se a tumefação, sinal de abcesso dentário ou gengival ou por outras causas que requerem identificação.


Chá verde – O que é

O chá verde é um tipo de chá feito a partir da infusão da erva “Camellia Sinensis”. A denominação é dada pelo facto de as folhas sofrerem, ao contrário do chá preto, de uma reduzida oxidação.

Tradicionalmente mais utilizado na China e no Japão, tem vindo a ganhar terreno no Ocidente em virtude das suas conhecidas propriedades antioxidantes entre outras.


Malária – O que é

A malária é provocada por um parasita, o Plasmodium, sendo o Plasmodium falciparum responsável pela maioria dos casos graves ou fatais. Esse é transmitido através da picada do mosquito fêmea. Uma vez no organismo, multiplicam-se no fígado, infetando os glóbulos vermelhos do sangue.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, cerca de 3,3 mil milhões de pessoas estão em risco de contrair malária durante a sua vida, em particular nos países mais pobres. Estima-se que a incidência anual desta doença seja superior a 500 milhões de novos casos, sendo responsável por mais de um milhão de mortes por ano.

Como os mosquitos que transmitem o parasita abundam em climas tropicais, são essas as áreas onde a malária é mais comum.

Em Portugal a doença permaneceu endémica até cerca de 1950, em particular nas bacias dos rios Mondego, Sado e Águeda, altura em que foi erradicado o vetor. No entanto, devido às migrações entre Portugal e os países de língua oficial Portuguesa situados em regiões endémicas (Angola, Moçambique, Guiné, São Tomé e Príncipe e Timor), a malária, na sua forma importada, continua a aparecer de forma esporádica em Portugal. Nas últimas décadas, o aumento do volume de viagens internacionais, nomeadamente para destinos tropicais, acarretou também o aumento dos casos importados. Embora a maioria tenha origem externa, verifica-se que o vetor (mosquito) continua abundantemente distribuído no território nacional. Assim, a sua presença aliada à existência de casos importados e a alterações climáticas cada vez mais acentuadas, tornam possível a ocorrência de infeções futuras. 

Aliás, as alterações climáticas são um dos fatores implicados no aumento da transmissão de doenças infeciosas, estando relacionadas com a possibilidade de reemergência de malária em algumas áreas do hemisfério norte.


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