Perturbações alimentares – Sintomas
Na bulimia nervosa ocorrem também episódios frequentes de ingestão de grandes quantidades de comida mas estes são seguidos de comportamentos contrários que impedem o ganho de peso, como a indução do vómito. A sensação de perda de controlo durante os episódios de ingestão compulsiva está também presente e a autoestima está igualmente centrada na imagem corporal, como na anorexia nervosa;
No transtorno da compulsão alimentar periódica ocorrem episódios frequentes de consumo de grandes quantidades de comida mas sem se seguirem comportamentos que visam evitar o ganho de peso, como a indução de vómitos. Existe uma sensação de perda de controlo durante os episódios de ingestão compulsiva bem como sentimentos de culpa e vergonha causados por essa conduta. Nesses episódios, o paciente come mesmo sem sentir fome, até se sentir desconfortável. Muitas vezes, os doentes comem sozinhos por sentirem vergonha do seu comportamento.
Inevitavelmente, as perturbações alimentares causam diversos problemas de natureza física. A anorexia associa-se à anemia, osteoporose, lesões cardíacas e cerebrais. A bulimia pode causar desgaste das peças dentárias, refluxo gástrico e enfarte do miocárdio. No transtorno da compulsão alimentar periódica encontra-se uma maior incidência de hipertensão arterial, doença cardiovascular, diabetes e obesidade.
É importante ainda saber que as perturbações alimentares se associam a outros distúrbios mentais, como a depressão, a ansiedade e o abuso do consumo de substâncias químicas.
Dúvidas relacionadas
Para que serve e como usar durateston®?
Cavidade Anoftálmica – Evisceração
habitualmente colocado um implante para reposição de volume.
Cancro da Mama – Prevenção
Deve conversar com o seu médico acerca do seu risco pessoal de ter cancro de mama, determinando a idade a partir da qual deverá iniciar os exames de despiste da doença e a frequência dos mesmos.
Para a deteção precoce do cancro da mama, é geralmente recomendado que:
A partir de uma determinada idade, que deve estar entre os 40 e os 50 anos, as mulheres devem fazer uma mamografia anual ou em cada dois anos. Não há consenso quanto à idade recomendada para início nem quanto à periocidade, esse marco deve ser decidido caso a caso com o seu médico.
A mamografia permite visualizar nódulos na mama, antes que este possa ser sentido ou palpado pela mulher, bem como eventuais microcalcificações. Com base no resultado da mamografia, o médico pode pedir que a mesma seja repetida e se necessário solicitar uma biopsia mamária.
Para além da mamografia, as medidas de deteção precoce da doença incluem ainda o autoexame da mama e o exame clínico da mama efetuado pelo seu médico.
O autoexame da mama deve ser feito uma vez por mês, sendo a melhor altura a semana a seguir ao período menstrual. A mulher deverá ter em linha de conta que as mamas não são iguais e que podem surgir alterações devido a diversos fatores, como é o caso a idade, a toma de pílulas anticoncecionais, os ciclos menstruais, a gravidez ou a menopausa.
Se no seu autoexame a mulher detetar algo pouco usual, deve sempre entrar em contacto com o médico logo que possível.
Para aprender a fazer o autoexame da mama clique aqui.
No que respeita ao exame clínico da mama, o médico procede à palpação das mamas para procurar alterações e/ou nódulos ou outros sinais da doença, em diferentes posições: de pé, sentada e deitada. O médico pode pedir que a mulher levante os braços acima da cabeça, que os deixe caídos ou que faça força com as mãos contra as coxas.
Deve ser salientado que a ecografia mamária não é um método indicado para diagnóstico precoce da mama.