Rouquidão – Sintomas

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A rouquidão ou disfonia não é uma doença mas sim um sintoma que pode estar presente em diferentes patologias. é um temo geral que define a alteração da qualidade e da potência da voz. A voz torna-se menos clara, com uma tonalidade grave e menos audível.

habitualmente benigna, tende a normalizar em alguns dias. Se persistir por mais de duas semanas, é recomendável uma consulta médica.


Dúvidas relacionadas


Quinoa – Alimentação

Ou quinua, como é também chamada, é um grão super poderoso dono de nutrientes incríveis para o nosso bem-estar. Dentre eles as proteínas, fibras alimentares e gorduras boas.


Apneia do sono – Sintomas

É uma perturbação respiratória relacionada com o sono, de maior gravidade do que a roncopatia simples, e consiste na cessação do fluxo respiratório durante o sono por mais de 10 segundos e mais de cinco vezes por hora devido ao colapso da via aérea superior. A sua consequência direta é a alteração do padrão do sono, em que há uma incapacidade de se atingir as fases profundas, as que permitem o descanso físico e mental. Deste modo, o doente não se sente restabelecido pela manhã. Pode ter sonolência durante o dia, quer no emprego, quer a conduzir ou a fazer outras atividades simples do dia a dia. Pode também ter cefaleias, irritabilidade e alterações do humor. Nas situações mais graves pode haver deterioração intelectual, da atenção, memória e raciocínio bem como impotência sexual.

A incorreta oxigenação do sangue que ocorre durante a noite induz problemas graves como o aumento do trabalho cardíaco, hipertensão arterial, arritmias cardíacas, maior risco de enfarte agudo do miocárdio e alterações hormonais.


Implantes ativos do ouvido médio – O que é

Na audição normal o som captado pelo pavilhão auricular é conduzido ao tímpano fazendo-o entrar em vibração. Essa vibração é transmitida pelos ossículos à cóclea onde  irá originar um estímulo elétrico que conduzido ao cérebro pelo nervo auditivo irá ser entendido como sensação auditiva.

Ao contrário das próteses auditivas convencionais, que fornecem mais energia acústica (“som mais intenso”), os Implantes Ativos de ouvido médio captam e processam o som ambiente fornecendo estímulo mecânico (vibração) aos ossículos do ouvido médio ou diretamente ao líquido contido na cóclea através da membrana redonda.

 Os Implantes ativos do ouvido médio são dispositivos eletromagnéticos, parcial ou totalmente implantados, que captam o som ambiente, processam-no e fornecem estímulo mecânico/vibrátil às estruturas do ouvido médio.

 Os dispositivos parcialmente implantados têm um componente externo (contendo o microfone, a bateria, o processador e um transmissor) fixo atrás e acima da orelha, através de atração magnética ao componente interno.

O componente interno é implantado cirurgicamente por baixo da pele. O sinal enviado pelo processador externo é captado e convertido em vibração através de um transdutor fixo a um dos ossículos do ouvido médio ou aplicado diretamente na membrana da janela redonda.

Nos dispositivos totalmente implantados todos os elementos são implantados por baixo do couro cabeludo sendo totalmente invisível. O carregamento da bateria é efetuado diariamente através de carregador externo acoplado magneticamente, durando esse carregamento cerca de 45 minutos.


Fraturas nas crianças – O que é

Várias vezes, após uma fratura, os pais assustados perguntam: os ossos do nosso filho estão bem? A queda foi tão pequena… Num estudo efetuado na Suécia concluiu-se que a probabilidade de uma criança (até aos 16 anos) sofrer uma fratura era de 42% para os rapazes e de 27% para as raparigas. Por estes números percebe-se que as fraturas são relativamente comuns nas crianças, mas porque é que isso acontece?

 

Os ossos das crianças têm uma acividade metabólica acelerada devido ao processo de crescimento. Crescem em comprimento, devido às cartilagens de crescimento nas extremidades dos ossos longos, e crescem em largura devido ao periósteo que cobre os ossos na sua extensão.

 

Os ossos longos são tubulares para poderem absorver, durante uma queda, as forças deformantes, sem se fraturarem. Os ossos das crianças são imaturos e como tal mais flexíveis podendo absorver impactos com mais facilidade. Mas, nos primeiros anos de vida, são pouco resistentes aos movimentos de torção e por isso não é infrequente uma criança que começou a andar fazer uma pequena fratura do membro inferior só porque o pé ficou preso no chão ou porque a coxa ficou presa na grade da cama.

 

As crianças também fazem fraturas similares às dos adultos, como as articulares ou as fraturas das diáfises (extremidade do osso), tudo dependendo do mecanismo da fratura. Mas estão sujeitas a outro tipo de fraturas relacionadas com as diferenças anatómicas da criança (deformidade plástica, por compressão, em ramo verde, epifisária ou da cartilagem de crescimento).


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Clínica Popular em Japaratinga – AL



Wilson Xavier Gogolevsky – Cuiaba – RJ