Trocanterite – O que é

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A Trocanterite é um quadro doloroso localizado na face externa da anca, com irradiação pelo membro inferior, razão pela qual pode uma dor ciática. Este quadro é também conhecido como bursite trocantérica ou síndrome doloroso do grande trocanter.

Este quadro resulta de uma inflamação de uma bursa, que corresponde a uma estrutura gelatinosa em forma de saco que contém um fluido. Existem bursas em diversas articulações sendo as mais importantes as que se localizam no ombro, cotovelo, anca, joelho e calcanhar.

As bursas funcionam como almofadas entre os ossos e os tecidos vizinhos, reduzindo a fricção que ocorre entre os músculos e os ossos quando os músculos se contraem. 

O grande trocanter é uma saliência localizada na porção superior do fémur onde se inserem músculos essenciais para o funcionamento da articulação da anca. Este grande trocanter apresenta uma bursa que pode sofrer inflamação, originado este quadro.

A trocanterite pode resultar de outras causas que não a inflamação da bursa trocantérica. Pode ter origem nos tendões ou músculos vizinhos (médio e pequeno glúteo, entre outros) e pode ter causas muito diversas, sendo a mais frequente a sobrecarga mecânica.

É uma doença que afeta as mulheres cerca de quatro vezes mais do que os homens.

Ocorrem cerca de 1,8 casos/1.000 por ano e é uma condição que afeta entre 17,6% a 35% dos adultos, dependendo da população estudada.


Dúvidas relacionadas


Rastreio do colo do útero – O que é

O rastreio do colo do útero faz-se por citologia, isto é, teste de “Papanicolau” em lâmina (método convencional) ou citologia em meio líquido.

 O rastreio oportunista, isto é, não organizado e realizado na consulta de ginecologia, faz parte da prevenção secundária do cancro do colo do útero, como o rastreio organizado.

 A prevenção primária, inclui as vacinas contra o HPV. Existem dois tipos de vacina, a bivalente que cobre dois tipos de vírus HPV (16 e 18) e a quadrivalente, que também, previne contra o HPV 6 e 11, responsável pelos condilomas.

 Existem indicações nacionais e internacionais para o rastreio, com a citologia, que iremos apresentar:


Doença de Kawasaki – O que é

A doença de Kawasaki é uma vasculite, ou seja, uma inflamação dos vasos sanguíneos de pequena e média dimensão. É uma doença aguda, febril e rara, que atinge as crianças, em 85% dos casos com menos de 5 anos. Um dos efeitos mais sérios desta doença é inflamação e lesão das artérias coronárias – as que transportam o sangue que alimenta o coração. 

É uma das principais causas de doença cardíaca adquirida na criança, mas é tratável caso seja identificada precocemente. A maior parte das crianças recupera da doença sem ter outros problemas de saúde.


Posso manter o anticoncepcional mesmo tendo reduzido muito o meu fluxo menstrual?

Sim. Nos casos de alterações no fluxo da menstruação é importante manter o anticoncepcional que está em uso, e agendar consulta com ginecologista, pois a redução do volume do fluxo menstrual faz parte da ação do anticoncepcional.


Rastreio do colo do útero – Rastreio

O rastreio deve ser feito aos 21 anos de idade, independentemente de ter iniciado vida sexual há mais tempo.

Se a mulher não teve qualquer doença do colo do útero (lesões CIN 2 ou CIN3) pode terminar o rastreio entre os 65 e 70 anos. Segundo alguns autores aos 65 anos, caso os resultados das citologias tenham sido normais nos últimos 10 anos.

Se foi submetida a uma Histerectomia , isto é, extração do útero e a causa não tiver sido por patologia do colo do útero, pode suspender a realização das citologias.


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Consultorio Medico Dr Celma Rio Claro – Rio Claro – SP