Quais os sintomas de um ataque cardíaco?

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O principal sintoma de um ataque cardíaco é a dor ou desconforto no peito, que pode irradiar para costas, mandíbula, braço esquerdo e braço direito (mais raro). A dor geralmente é intensa e prolongada, sendo acompanhada por uma sensação de peso ou aperto sobre o tórax. Em casos menos frequentes, a dor também pode estar localizada no abdômen.


Dúvidas relacionadas


O que é a hipoglicemia?

Hipoglicemia é a redução dos níveis de glicose (açúcar) no sangue. Os valores normais de glicose no sangue em jejum variam entre 70 e 100 mg/dl. Considera-se hipoglicemia níveis de glicose sanguínea abaixo de 60 mg/dl (alguns autores usam 70 mg/dl como limite).


Menstruação esta atrasada há 4 meses fiz uma ultrassom…

Pelo presente exame não há sinais de gravidez.


Doença de Ménière – Sintomas

Os sintomas são muito variados, sendo diferentes antes, durante e após cada surto. Estes podem ser precedidos por uma “aura” que permite ao paciente preparar-se o melhor possível antes de ocorrer a crise. Durante este período podem ocorrer alterações do equilíbrio, tonturas, cefaleias, aumento da pressão nos ouvidos, perda de audição ou zumbidos, sensibilidade aos sons ou mal-estar.

Durante o surto ocorrem vertigens intensas, perda de audição intermitente e sensação de preenchimento do ouvido, associada ou não a zumbidos. Tendem a ocorrer outros sinais como ansiedade ou pânico, diarreia, náuseas e vómitos, visão turva, suores frios, palpitações e tremores. De um modo geral, pioram se o paciente executar movimentos bruscos.

No fim de cada ataque segue-se um período de fadiga extrema que obriga a umas horas de sono. Entre as crises há possibilidade de ocorrer ansiedade, alterações do apetite, dificuldade de concentração, fadiga, cefaleias, perda de autoestima, tensão muscular, palpitações e alterações da visão ou pode acontecer não haver qualquer manifestação da doença.

Um surto pode durar 20 minutos ou 24 horas e repetir-se várias vezes por semana ou com intervalos de meses ou anos. A variedade de sintomas e o seu carácter imprevisível tornam esta doença muito perturbadora, com forte impacto na qualidade de vida dos pacientes. Como tal, é fundamental um processo de educação e comunicação eficaz com os indivíduos afetados de modo a que aprendam a lidar o melhor possível com a sua patologia. É importante envolver a família e os amigos para que todos saibam como reagir sempre que ocorre um ataque. Durante essas crises, é fundamental que o doente seja colocado num local seguro, tranquilo, evitando movimentos com a cabeça e com os olhos e evitando luzes intensas. Uma boa hidratação será também importante, sobretudo se ocorrerem vómitos. Após o ataque, o repouso é essencial e é igualmente importante que se retome gradualmente a atividade após cada crise. A prática regular de exercício físico pode ajudar bem, como uma gestão adequada do stress.

Nas fases mais tardias da doença, a perda de audição vai-se tornando persistente, os zumbidos tornam-se mais fortes e o desequilíbrio pode interferir com a marcha. Estes indícios são particularmente problemáticos em condições de baixa luminosidade, fadiga ou na presença de estímulos visuais muito intensos. As complicações mais comuns são a incapacidade de caminhar pela presença de vertigens incontroláveis ou a perda de audição no lado atingido.


Cárie dentária – O que é

A cárie dentária é uma doença muito comum, que atinge quase 90% da população. A sua frequência é tão elevada que foi considerada pela Organização Mundial da Saúde como um grave problema de saúde pública que afeta pessoas de todas as idades, independentemente da raça, sexo ou condição social. Na realidade, não existe ninguém imune à doença. Para além do desconforto que provoca, prejudica a saúde geral ao dificultar a mastigação, ao alterar o desenvolvimento do organismo e a estética facial, chegando a causar perturbações da fala e originar complicações infecciosas.

É provocada pela ação de algumas bactérias que podem originar a destruição parcial ou total do dente. Os estudos disponíveis sugerem que as dietas ricas em açúcar podem ser uma das causas desta doença tão comum. Apesar da sua frequência, tem-se verificado uma melhoria substancial na saúde oral dos portugueses nos últimos anos, o que permite admitir que os esforços de educação e de sensibilização têm dado bons resultados. Por exemplo, aos 12 anos, a percentagem de crianças livres de cárie quase triplicou entre 1983 e 2006.


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