Depois de retirar útero como fica a menstruação?

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Depois de retirar o útero a mulher não vai menstruar, uma vez que a menstruação é o fluxo de sangue liberado pela descamação da camada interna do útero (endométrio).


Dúvidas relacionadas


Escoliose – O que é

A coluna vertebral normal tem curvas que fazem com que a zona mais alta do tronco (região torácica) se projete um pouco para fora (cifose) e a zona lombar ligeiramente para dentro (lordose). Contudo, há pessoas que têm curvas para os lados. Estas curvas não são naturais e chamam-se escolioses. Ao contrário das más posturas, estas curvas não se corrigem apenas por endireitar os ombros ou sentar-se direito.

A escoliose é uma doença complexa caracterizada pela existência de uma deformidade grave, em vários planos, e que envolve vários segmentos da coluna vertebral.

Este tipo de deformação da coluna vertebral afeta, globalmente, cerca de duas em cada 100 pessoas. No entanto, existe uma forte tendência familiar: se algum elemento da família tiver escoliose, este número aumenta para cerca de 20%.


O que é hiperplasia nodular focal? Como é o tratamento?

Hiperplasia nodular focal é um tumor benigno do fígado. Trata-se de um aumento do número de células do fígado que dão origem a nódulos focais. O nódulo geralmente é único e pode medir até 5 cm. Em alguns caso, a hiperplasia nodular focal pode ocorrer em simultâneo com o hemangioma, o tumor benigno mais comum do fígado (a hiperplasia nodular é o 2º mais comum).


Lesões da Fibrocartilagem Triangular – Sintomas

Estas lesões causam dor no punho, sobretudo nos movimentos da mão para o lado do dedo mindinho ou no movimento de rotação da mão para cima. Esses movimentos podem ser acompanhados de um clique audível.

O punho tende a ficar inchado, instável e fraco, sendo incapaz de realizar movimentos delicados


Aneurisma da aorta abdominal – O que é

O termo aneurisma provém do grego e significa dilatação e aplica-se sempre que há um aumento irreversível do diâmetro normal das artérias. Caracteriza-se por tumefação mais ou menos volumosa, pulsátil e com expansão, isto é, com uma variação de diâmetro síncrona com a pulsação arterial.

O aneurisma da aorta abdominal (AAA) infrarrenal é uma doença relativamente frequente, denominando-se como tal sempre que a dilatação for superior a três centímetros.

Resulta de uma fraqueza estrutural da parede arterial, nomeadamente da túnica média, sendo a sua causa mais frequente a aterosclerose. Nestas situações tem em regra uma distribuição focal, com localizações preferenciais na aorta abdominal infrarrenal e nas artérias poplítea e subclávia.

É mais frequente a partir dos 65 anos, mais comum no sexo masculino e a sua prevalência é maior em pacientes com doença coronária ou arterial oclusiva periférica e em portadores de aneurismas periféricos.

Se a prevalência na população portuguesa for semelhante à de outros países europeus, poder-se-á admitir que pode haver cerca de 500 novos casos por ano, com tendência a aumentar, consequência do progressivo envelhecimento da população.

A sua importância clínica deriva essencialmente da irreversibilidade da dilatação arterial e do seu carácter progressivo, a qual pode conduzir à rutura, situação fatal se não tratada cirurgicamente, e associada a elevada mortalidade – 80% nas melhores séries publicadas, o que contrasta com um risco cirúrgico mínimo (menor que 4%) – quando é tratado de forma programada.


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Academia De Saude Deusdedit Marinho Monte – Buriti Dos Montes – PI



Marlena Esthefanny Nunes Rodrigues – Belem – PA



Liliana Barroso Pereira – Fortaleza – CE