Cisto no ovário é necessário retirar todo ovário ou o útero?

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A presença de cisto no ovário não necessariamente necessita da retirada do ovário ou do útero. Em alguns casos, em que o cisto no ovário é grande, com presença de dor e suspeita de malignidade, pode haver indicação de cirurgia para retirada do cisto ou do ovário inteiro acometido.


Dúvidas relacionadas


Papeira – Sintomas

As pessoas com papeira são contagiosas durante um período que se inicia 48 horas antes e que termina seis a nove dias depois do início dos sintomas da doença. Os seus indícios prolongam-se geralmente por cerca de 10 dias. Quando o doente recupera, de um modo geral fica imunizado para o resto da vida contra o vírus da papeira.

Quando se introduz no organismo, passa para a circulação sanguínea e pode disseminar-se para muitas glândulas diferentes e até para o cérebro. Os sintomas dependem dos órgãos atingidos.

Ao nível das glândulas salivares, a papeira causa dor e inchaço na glândula parótida e noutras glândulas salivares localizadas sob a língua e a mandíbula.

Nos testículos, pode causar inchaço, dor, hipersensibilidade e, por vezes, diminuição permanente do tamanho. A esterilidade é rara.

Nos ovários, pode originar dor nos quadrantes inferiores do abdómen mas não se associa a infertilidade.

No pâncreas, pode provocar inflamação com dores abdominais.

Quando se introduz na circulação sanguínea, o vírus da papeira pode atingir o cérebro, causando meningite (inflamação e infeção das membranas que revestem o cérebro) ou encefalite. Este envolvimento cerebral é muito raro e pode conduzir a complicações a longo prazo, tais como surdez, paralisia, hidrocefalia e convulsões.

Mais raramente, pode afetar outras partes do corpo, tais como as articulações, a glândula tiroideia ou os pulmões.

Quando uma grávida desenvolve papeira, pode existir um risco acrescido de morte fetal e de aborto se a mãe se encontrar no primeiro trimestre de gravidez. No entanto, a infeção provavelmente não aumenta o risco de malformações congénitas.

Em cerca de 15 a 20% dos doentes, a papeira não causa sintomas. Nos casos em que ocorrem, eles geralmente iniciam-se 14 a 18 dias após a exposição a um doente com a doença.

Em cerca de metade dos pacientes, os sinais da infeção podem incluir febre, dores de cabeça, odinofagia, dores musculares, falta de apetite e mal-estar (uma sensação generalizada de doença). O vírus da papeira causa dor e edema na parte anterior do lobo da orelha. Devido a essa dor, mastigar ou engolir pode tornar-se muito desconfortável e o doente pode não ter vontade de comer.

Raramente, os adolescentes do sexo masculino e os adultos com papeira podem desenvolver edema e dor num ou em ambos os testículos (orquite). Nas mulheres, os ovários podem estar envolvidos, o que pode causar dores nos quadrantes inferiores do abdómen. Nos doentes de ambos os sexos, mas mais frequentemente nos adultos do que nas crianças, podem igualmente ocorrer complicações mais graves, incluindo:

Pancreatite da papeira, com dor nos quadrantes superiores do abdómen
Meningite asséptica (não bacteriana), que causa dores de cabeça, rigidez da nuca e sonolência
Encefalite da papeira, com febre elevada e inconsciência, embora isto ocorra em menos de um em cada mil casos

As pessoas recuperam completamente desta patologia. No género masculino existe um risco pequeno de esterilidade se a infeção afetar ambos os testículos.


O que é neutropenia e qual o tratamento adequado?

Neutropenia é uma diminuição do número de neutrófilos sanguíneos, células de defesa (glóbulos brancos) que protegem o organismo contra partículas estranhas e micro-organismos invasores. Por isso uma pessoa com neutropenia tem mais chances de ter infecções causadas por bactérias ou fungos.


Dermatofibroma – Doenças e Tratamentos

É mais frequentemente observado nos membros inferiores dos adultos, mas pode ocorrer em qualquer localização. A lesão apresenta-se como um nódulo firme, deprimido ou elevado, ou como placas, variando em tamanho de alguns milímetros a vários centímetros.


Arritmias – O que são?

As alterações do ritmo cardíaco (arritmias) ocorrem quando os impulsos elétricos do coração que coordenam os batimentos cardíacos não são emitidos de um modo adequado, fazendo com que o coração bata demasiado depressa (taquicardia), demasiado devagar (bradicardia) ou de um modo irregular.

O coração é um órgão muscular com quatro cavidades concebidas para trabalharem de modo ininterrupto e eficaz durante toda a vida. As paredes musculares de cada cavidade contraem-se numa sequência precisa e, durante cada batimento, expulsam a maior quantidade de sangue com o menor esforço possível. Essas contrações das fibras musculares do coração são controladas por descargas elétricas que o percorrem seguindo diferentes trajetórias a uma velocidade determinada.

A frequência cardíaca em repouso é de 60 a 100 batimentos por minuto. Muitos adultos jovens apresentam frequências cardíacas mais baixas, sobretudo se estiverem em boas condições físicas. As variações nestas frequências são normais e podem resultar do exercício, da inatividade, da dor, ansiedade, entre outras causas. Só quando o ritmo é inadequadamente rápido ou lento, ou quando os impulsos elétricos seguem vias anómalas, é que se considera que o coração tem um ritmo anormal (arritmia).

Para além disso, é frequente este quadro ser inofensivo, no sentido em que todas as pessoas podem apresentar batimentos irregulares ocasionalmente. No entanto, as arritmias podem ser desconfortáveis e, por vezes, colocar a vida em risco. Durante uma alteração de ritmo cardíaco, o coração pode não ser capaz de bombear sangue suficiente para o corpo, o que pode causar danos no cérebro, coração e outros órgãos.

A maioria afeta indivíduos com mais de 60 anos, dada a presença de doença cardíaca e de outros problemas de saúde que se podem associar às arritmias. A fibrilhacão auricular é a arritmia mais frequente e afeta cerca de 1% das pessoas com menos de 55 anos. Este tipo aumenta de frequência ao longo da vida, sobretudo entre os 65 e os 80 anos. Considerando-se a elevada taxa de mortalidade por acidente vascular cerebral (AVC) em Portugal e assumindo-se que a fibrilhação auricular está na base de 15% dos AVC isquémicos, entende-se que é importante controlar esta arritmia como forma de prevenir a ocorrência de AVC.


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