Outubro Rosa: vamos falar de prevenção?

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Alguns tipos de câncer podem ser prevenidos e quando identificados precocemente podem ser tratados e curados. Saiba mais sobre a prevenção do câncer de mama


Dúvidas relacionadas


Virose é contagiosa?

Sim. Virose é contagiosa. A infecção respiratória causada por vírus, conhecida como virose, é transmitida de pessoa a pessoa através das secreções respiratórias eliminadas pela pessoa infectada ao falar, tossir ou espirrar.


Anestesia local – O que é

Na anestesia local, pequenas doses de anestésico local são administradas em redor da lesão que vai ser removida ou intervencionada.

Efectua-se com o doente acordado através da infiltração de anestésicos locais na proximidade da área a ser operada, num determinado local do corpo de pequena área. Exemplos desta anestesia são a injecção de anestésico para suturar uma pequena ferida da mão ou face.


Refluxo gastroesofágico – O que é

Define-se como a passagem do conteúdo gástrico para o esófago, na ausência de vómitos. Quando este se torna patológico e capaz de produzir sintomas e lesões no esófago, passamos a falar de doença de refluxo gastroesofágico. Quando os sinais não se referem ao esófago mas a órgãos como a orofaringe e ao trato respiratório inferior, estamos na presença de refluxo extraesofágico.

Ao longo do tempo a inflamação do esófago pode causar complicações:

Estenose do esófago – a inflamação do esófago pode causar cicatrizes que originam um aperto do esófago que provoca dificuldade na passagem dos alimentos
Erosões e úlceras no esófago – o ácido pode ferir a mucosa do esófago e a presença de úlceras pode causar dor, hemorragia ou dificuldade na deglutição
Esófago de Barrett – após vários anos de exposição ao ácido, a mucosa do esófago pode sofrer uma transformação mudando de aspeto. Esta alteração, chamada Esófago de Barrett, tem um risco significativo de desenvolvimento do cancro do esófago: cerca de 1% ao ano

A doença de refluxo gastro esofágico (DRGE) é uma condição muito frequente, prevendo-se que 12% a 54% das pessoas residentes em países ocidentais tenham sintomas de refluxo ao longo da vida. Ocorre frequentemente em adultos saudáveis sem provocar doença. Contudo, quando o refluxo condiciona sintomas e/ou provoca lesão da parede esofágica estamos na presença de uma DRGE.

O refluxo do conteúdo do estômago para o esófago é um processo fisiológico que ocorre praticamente em todas as pessoas, várias vezes ao dia, sobretudo após as refeições, e de modo assintomático.

Quando é sintomático associa-se a pirose e ou a regurgitação ácida, interferindo com a qualidade de vida dos doentes. Trata-se de uma condição crónica, o que implica um tratamento de manutenção prolongado para evitar recaídas e/ou das lesões do esófago.

Na maioria dos casos trata-se de uma condição benigna, facilmente controlável com terapêutica associada a medidas gerais de prevenção. Alguns doentes com uma esofagite mais grave, podem requerer uma vigilância mais regular e um tratamento médico ou cirúrgico apropriado.

É importante referir que, se não devidamente tratado, o refluxo gastroesofágico provoca uma esofagite erosiva que pode, em alguns casos, evoluir para cancro do esófago.


Aumento da vontade para urinar

Com o avanço da gravidez, o corpo da grávida precisa produzir vários hormônios, como a progesterona, para garantir que o bebê se desenvolve de forma saudável. Quando isso acontece, os músculos da bexiga ficam mais relaxados e, por isso, é mais difícil esvaziar completamente a urina que está dentro da bexiga e, por isso, a mulher pode sentir uma vontade mais frequente para ir no banheiro urinar.


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