Bulimia – O que é
Após os episódios de ingestão compulsiva, os pacientes tendem a sentir-se culpados e ansiosos por não terem sido capazes de controlar a sua impulsividade. A sensação de fome como é sentida de forma aversiva leva a que estes comportamentos compulsivos sejam vividos com extrema vergonha o que poderá gerar a sua ocultação.
A bulimia nervosa pode ser do tipo purgativo, quando o paciente induz regularmente o vómito ou usa laxantes, diuréticos ou enemas, ou do tipo não purgativo, quando o paciente utiliza outros comportamentos compensatórios tal como jejum ou exercício físico excessivo.
Estes pacientes são extremamente rígidos com a sua imagem corporal e com a gestão do seu peso. É bastante comum que estes pacientes tenham pensamentos recorrentes sobre comida e que possuam um ideal de magreza extremamente rígido.
Estima-se que a bulimia nervosa afete, anualmente, cerca de 13 em cada 100 mil pessoas. A sua incidência em mulheres dos 15 aos 24 anos o grupo de maior risco tem aumentado ao longo dos últimos 50 anos. Alguns estudos sugerem que nas populações em perigo (habitualmente estudantes do género feminino) a frequência seja de cerca de 10%. Se considerarmos as adolescentes ou mulheres jovens no universo geral, esse valor é menor e ronda 1% a 3%. A bulimia, à semelhança da anorexia nervosa, está relacionada com a perceção da imagem corporal.
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Glaucoma – Sintomas
Uma pressão intraocular acima do normal determina uma destruição das finas e delicadas fibras nervosas que formam o nervo ótico. Uma vez que é este nervo que transmite as mensagens visuais dos olhos para o cérebro, a sua saúde é essencial para uma boa visão. Sob uma pressão intraocular elevada e prolongada, o nervo ótico deteriora-se e o campo visual do doente vai-se tornando gradualmente mais reduzido.
Surpreendentemente a maioria das pessoas não se apercebe destas alterações até ao momento em que ocorre uma extensa perda da visão periférica. Se a lesão do nervo ótico não é interrompida, o glaucoma determina uma visão em túnel e cegueira permanente que já não pode ser recuperada pelo tratamento. Este processo pode ocorrer em poucos anos.