Acupuntura no Bom Retiro – São Paulo – SP

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Acupuntura no Bom Retiro - São Paulo - SP

Praticada na China há mais de dois mil anos, a acupuntura é uma terapia alternativa que consiste no uso de agulhas para estimular pontos específicos do nosso corpo relacionados à manutenção do funcionamento adequado do nosso organismo. Mas ao contrário do que muitos pensam, não existe apenas uma técnica para aplicação dessa terapia: há diversos tipos de acupuntura.

A prática tem como fundamento a premissa de que existem padrões de energia vital, que os chineses chamam de Qi, que circulam pelo nosso organismo e são essenciais para a nossa saúde. Quando essa energia é desviada por algum motivo, ela se acumula em determinado ponto do nosso corpo. Assim, o equilíbrio do organismo fica comprometido e surgem as doenças.

Um pouco mais sobre Acupuntura Auricular

A acupuntura auricular é a estimulação de pontos específicos das orelhas que trazem benefícios para a saúde de todo o corpo.

Todo o nosso organismo é representado na orelha. Assim, cada ponto se refere a um órgão específico. Ao estimular esses pontos, é possível aliviar sintomas e tratar diversas doenças.

Segundo especialistas, a estimulação dos pontos pela acupuntura auricular age diretamente no córtex cerebral e no sistema nervoso central. Tanto essa pressão quanto a forma como o corpo reage a esse contato gera um equilíbrio geral, que melhora as funções orgânicas e psíquicas.

Na acupuntura auricular, os pontos podem ser estimulados por agulhas, sementes, pontos metálicos ou outros objetos pontiagudos.

De acordo com acupunturistas, a orelha conta com mais de 200 pontos.

Os princípais objetivos são:

Acupuntura auricular – pontos para emagrecer

Acupuntura auricular – pontos para ansiedade

Acupuntura auricular – ponto dolorido

Acupuntura no Bom Retiro – São Paulo – SP

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Consultórios e Clínicas – Medicina Nuclear em  Bom Retiro - São Paulo - SP 

Consultorio Dr Nathalia Tabalipa – Cacoal – RO



Consultorio Dr Paulo Roberto Pessoa – Dracena – RJ



Fique Sabendo?


Cirurgia para a Diabetes – Sintomas

A cirurgia metabólica melhora a DMT2 em 90% dos doentes, baixando os níveis de açúcar no sangue, reduzindo a dose e o tipo de medicamentos necessários e melhorando os problemas associados à diabetes.

A cirurgia metabólica induz a remissão da DMT2 em 30-80% dos doentes (varia com a operação e o doente), normalizando os níveis de açúcar no sangue e eliminando a necessidade de medicação antidiabética.

Na maioria dos casos, os efeitos mantêm-se no médio e longo prazo (? 5 anos).

A cirurgia metabólica consiste num conjunto de operações que se realizam sobre o aparelho gastrintestinal com o objetivo de tratar a diabetes mellitus tipo 2(DMT2) e a obesidade.

Após o advento da cirurgia bariátrica nos anos 1950’s, observou-se que as operações inicialmente desenhadas para tratar a obesidade induziam a remissão da DMT2 numa grande percentagem de casos – mais do que seria de esperar pela resolução da obesidade. Na verdade, em alguns casos, estas operações eram mais eficazes a induzir remissão da DMT2 do que a tratar a própria obesidade.

Desde 2000, várias experiências confirmaram os efeitos diretos daquelas operações no metabolismo da insulina e da glicose e, desde então, a cirurgia passou a ser usada também para o tratamento da DMT2.

Desde 2016, as guidelines da American Diabetes Association (ADA) consideram a cirurgia metabólica como uma das alternativas terapêuticas a considerar no tratamento da DMT2.


Creutzfeldt-Jakob, Doença de – Doenças e Tratamentos

A doença de Creutzfeldt-Jacob (encefalopatia espongiforme subaguda) é uma infecção progressiva, inevitavelmente mortal, que produz espasmos musculares e uma perda progressiva da função mental. Existe em todo o mundo, mas pouco se sabe de como se transmite.


O que é ponte de safena?

Ponte de safena é uma técnica cirúrgica de revascularização do miocárdio (músculo do coração). Quando uma pessoa apresenta obstrução crítica das artérias coronárias, que saem da artéria aorta e irrigam o miocárdio, pode ser necessário realizar a cirurgia de ponte de safena para restabelecer o fluxo sanguíneo. Se a irrigação sanguínea do músculo cardíaco não for restabelecida, a pessoa pode sofrer um infarto.


Candidíase – O que é

É uma infeção causada por um fungo do género Candida. Existem diversas espécies mas a dominante é a Candida Albicans e pode causar inflamação em praticamente todos os locais do organismo. As infeções por candidíase podem tanto ser superficiais, afetando a pele e mucosas, como serem invasivas, sendo estas mais comuns em doentes debilitados por outras doenças ou submetidos a tratamentos médicos e cirúrgicos. 

Este fungo está presente na orofaringe entre 30% a 55% dos adultos jovens saudáveis e pode ser detetado em 40% a 65% da flora normal das fezes. A Candida Albicans é considerada oportunista porque só provoca infeção quando o hospedeiro tem a sua saúde debilitada. 

A candidíase genital é uma das suas formas mais frequentes afeta a vagina ou o pénis. O fungo Candida normalmente reside na pele e nos intestinos. A partir destas zonas pode propagar-se para os órgãos genitais. No entanto, não é habitualmente transmitida por via sexual. A candidíase tem-se tornado muito frequente, sobretudo devido ao uso cada vez maior de antibióticos, contracetivos orais e outros medicamentos que modificam as condições da vagina favorecendo o crescimento do fungo. É mais frequente entre as mulheres grávidas, nas que estão menstruadas e nas diabéticas. Com muito menos frequência, o uso de fármacos (como os corticosteroides ou a quimioterapia) e a presença de doenças que deprimem o sistema imunitário (como a SIDA) podem facilitar a infeção.

Em 90% das mulheres a candidíase vulvovaginal é causada pela Candida Albicans. Os outros casos são causados por outras espécies de Candida.  Cerca de 75% terão pelo menos um episódio na sua vida e 40% a 45% terão dois ou mais. Cerca de 10% a 20% são portadoras assintomáticas, sendo que na gravidez pode atingir os 40%.

A candidíase invasiva engloba uma grande variedade de patologias e tende a ocorrer em pacientes em estado crítico. A sua incidência tem aumentado de um modo significativo nas últimas décadas, devido ao crescimento dos procedimentos invasivos realizados em ambiente hospitalar e às novas formas de imunodeficiência associadas aos transplantes de órgãos a infeções virais, (como o vírus VIH/SIDA). Esta doença é uma causa importante de aumento da mortalidade, maior tempo de internamento e maiores custos.


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