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Fique Sabendo?
Cancro do colo do útero – Prevenção
Prevenção Primária:
Introdução da Vacinação profilática contra o HPV, no âmbito do Plano Nacional de Vacinação (PNV) em 2007. O nosso país apresenta uma das melhores taxas de cobertura vacinal da Europa e mesmo a nível mundial, cerca de 87%.
Prevenção secundária:
Realização de um teste de rastreio ao colo do útero.
Podem ser utilizados como métodos de rastreio a citologia convencional, a citologia em meio liquido e o teste de HPV ou a associação dos dois últimos.
O reconhecimento do papel etiológico da infeção pelo HPV no cancro do colo do útero levou à recomendação de adicionar o teste do HPV ao esquema de rastreio em mulheres de 30 a 65 anos de idade.
No entanto, as mulheres que apresentam sintomas, resultados de testes de rastreio anormais ou uma lesão macroscópica do colo do útero são melhor avaliadas com colposcopia e biópsia.
Existem dois tipos de rastreio:
-Rastreio Organizado É um rastreio de base populacional
-Rastreio Oportunístico Assim designado porque é a realização do teste de
rastreio no âmbito de uma consulta e sem periodicidade definida
Recomendações de Rastreio:
Com base nas diretrizes da American Cancer Society (ACS), da Sociedade Americana de Colposcopia e Patologia Cervical (ASCCP), da Sociedade Americana de Patologia Clínica (ASCP) da TaskForce de Serviços Preventivos dos EUA (USPSTF)), e do Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas (ACOG), as recomendações são as seguintes:
< 21 anos: Não é recomendado rastreio 21-29 anos: Citologia (Papanicolau) a cada 3 anos 30-65 anos: teste do Papiloma vírus humano (HPV) e citologia a cada 5 anos (preferido) ou apenas citologia a cada 3 anos (aceitável) 65 anos: Não está recomendado o rastreio se um rastreio prévio adequado tiver sido negativo, e não estiverem presentes fatores risco.
Pólipo no intestino pode ser câncer?
Nem todo pólipo no intestino pode ser câncer.
Diverticulite – O que é
Os divertículos são sacos ou bolsas que se desenvolvem através de fraquezas da parede do cólon, habitualmente localizados na sigmoideia ou no cólon esquerdo, por vezes atingindo todo o cólon. A diverticulose corresponde à presença destes sacos e a diverticulite representa a inflamação desses divertículos ou outras complicações associadas a eles.
Não é ainda clara a razão pela qual os divertículos inflamam. Admite-se que forças mecânicas, como o aumento da pressão no cólon ou o encerramento da abertura do orifício do divertículo por fezes, possam levar à sua infeção e inflamação.
A diverticulose do cólon é uma situação comum, estimando-se que cerca de um terço dos adultos com mais de 60 anos a apresente de forma assintomática. Considera-se que afeta cerca de 50% da população ocidental com pelo menos 60 anos e quase toda aos 80 anos. Só uma pequena percentagem daqueles que têm divertículos do cólon é que apresentam sintomas e raramente é necessária cirurgia.
Trata-se de um problema importante pela mortalidade resultante das suas complicações, onde se incluem a diverticulite, a formação de abcessos, a perfuração, a peritonite, as fístulas, a obstrução e a hemorragia. Estas complicações desenvolvem-se entre 10% a 40% dos indivíduos com diverticulose. Alguns estudos indicam cerca de 23.600 óbitos por ano, na Europa, por complicações da diverticulose. Além da mortalidade associadas às complicações e do respetivo impacto familiar, profissional e social, importa referir ainda os custos elevados desta doença.
Úlcera Gástrica – Doenças e Tratamentos
Todas as situações em que haja suspeita de patologia como úlcera péptica ou cancro devem ser referenciadas ao médico.
Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.
Precisa de ajuda? Fale com nosso atendimento!
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