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Fique Sabendo?
Infeção por Helicobacter Pylori – Sintomas
A maioria dos indivíduos infetados pelo Hp permanece, ao longo do tempo, sem sintomas. Contudo, em algumas pessoas, a bactéria é a causa de queixas do tubo digestivo. O Hp está na origem de úlceras duodenais, úlceras gástricas e de determinadas gastrites crónicas. Numa percentagem muito pequena de pessoas infetadas a bactéria está associada ao aparecimento de alguns tipos de tumores, como o linfoma ou o adenocarcinoma.
Síndrome do intestino irritável tem cura? Qual o tratamento?
A cura para a síndrome do intestino irritável é controversa. Muitos pacientes terão recidivas dos sintomas e alguns não terão mais sintomas após algum tempo. A evolução com o tratamento é imprevisível, mas se sabe que alguns fatores trazem pior prognóstico:
Rinosinusite – Sintomas
Pode manifestar-se por obstrução nasal, rinorreia anterior/posterior, cefaleias, sensação de peso na cabeça, perturbações do olfato e do paladar e polipose nasosinusal. Nesta situação ocorre uma degenerescência polipoide da mucosa nasosinusal levando ao preenchimento do complexo ostiomeatal e fossa nasal por tecido de aspeto inflamatório, com pólipos.
Intoxicação alimentar – Sintomas
O período de incubação é o tempo decorrido entre o consumo de alimentos e o aparecimento dos primeiros sintomas. Esse pode variar de alguns minutos, até horas e dias, de acordo com o tipo de agente e a quantidade de alimentos ingeridos. Outro fator que o pode influenciar é o facto dos sintomas resultarem de uma intoxicação ou de uma infeção. Na intoxicação os indícios aparecem mais rapidamente porque a toxina já está presente no alimento ingerido, enquanto na infeção o período de incubação é mais longo, pois os micróbios demoram algum tempo a se proliferar no aparelho digestivo. Durante a incubação, os micróbios passam pelo estômago e vão até o intestino, prendendo-se às células da sua parede, onde se multiplicam. A partir desse ponto podem invadir a parede intestinal, produzir toxinas ou passar para a corrente sanguínea, invadindo outros tecidos do corpo.
A quantidade do agente (vírus, bactéria, fungo) que precisa ser ingerida ao ponto de provocar sintomas é designada por dose infeciosa. Essa pode variar de pessoa para pessoa, em função da idade e do tipo de agente causador da contaminação. São frequentes casos em que vários indivíduos ingerem os mesmos alimentos mas apenas algumas ficam doentes, seja pela quantidade ou pela forma como organismo reage ao agente infeccioso.
Os principais sintomas são vómitos, diarreia, náuseas, dores abdominais, febre, dores de cabeça, calafrios, dores musculares, fraqueza e desconforto geral.
Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.
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