Consultórios e Clínicas em Centro - Cordeirópolis - SP
Luciana Priscila Baraviera – Cordeiropolis – SP
Fique Sabendo?
Flatulência – Sintomas
Pensa-se que possa provocar dor abdominal, distensão, eructação e expulsão excessiva de gases pelo ânus. No entanto, não se conhece a relação exata entre a flatulência e qualquer um destes sintomas.
Há quem pareça ser particularmente sensível aos efeitos dos gases enquanto outras pessoas podem tolerar grandes quantidades, de forma assintomática.
A flatulência pode originar eructação repetidas. Como regra, o ar sai do ânus mais de dez vezes por dia. Os lactentes com cólicas abdominais por vezes expulsam igualmente grandes quantidades de gases.
Doença de Kawasaki – Sintomas
O diagnóstico da doença de Kawasaki é clínico, ou seja, é feito baseado em sintomas e sinais que os doentes apresentam.
Tem de coexistir febre alta, diária, difícil de ceder ao antipirético, durante mais de 5 dias e, pelo menos 4, dos seguintes sintomas:
Erupção cutânea, rosada, maculo papular, mais comum entre o peito e as pernas e na zona genital e das virilhas. É comum existir descamação da pele das mãos e dos pés na 2ª semana de doença
Vermelhidão e inchaço do dorso das mãos e planta dos pés.
Olhos vermelhos sem exsudado
Gânglio cervical, no pescoço, com mais de 1,5 cm.
Inflamação da boca e lábios.
Língua vermelha.
Pode haver referencia a outros sintomas, denominados sintomas minor, que geralmente surgem mais tarde, como:
Dor nas articulações.
Dores abdominais.
Problemas gastrointestinais, como diarreia e vómitos.
Irritabilidade
A doença de Kawasaki pode provocar problemas cardíacos, como miocardite e aneurismas coronários, sobretudo se não for iniciado tratamento até ao 10 dia de doença.
Como o diagnóstico é clínico, é fundamental que o médico suspeite da doença, uma vez que o tratamento atempado evita as complicações cardíacas. A incidência destas complicações quando o doente não é não tratado é de 20 a 30%, enquanto que se for realizado tratamento serão de 3 a 5%.
Tenho hipotireoidismo, fiz exames TSH e T4 livre…
O valor do TSH está satisfatório, porém o valor do T4 livre está um pouco baixo.
Braquiterapia prostática – O que é
O cancro prostático é um importante flagelo masculino, com enorme sofrimento quer para o doente, quer para a família. Este tumor apresenta-se como o mais prevalente no sexo masculino e como 2ª causa de morte oncológica no homem.
O pesado fardo social, médico e pessoal que o cancro prostático implica, tem conduzido todos os esforços no sentido da deteção precoce. Desta forma, os urologistas têm feito o possível para diagnosticar este tumor numa fase ainda inicial da doença, aumentando as probabilidades de sucesso do tratamento escolhido.
Dentre as várias alternativas existentes para o tratamento da neoplasia prostática maligna localizada, salienta-se a Braquiterapia intersticial prostática por algumas características desta técnica.
O termo Braquiterapia, também conhecida como radioterapia intersticial ou interna, derivado da palavra grega braquios, significa curto, e refere-se ao efeito terapêutico de radioisótopos colocados em contacto com a lesão a tratar. Portanto, Braquiterapia prostática consiste em colocar sementes de radioisótopos na próstata, por via perineal, com fins curativos do cancro da próstata.
Na realidade, a braquiterapia prostática trata-se duma técnica cirúrgica menos invasiva, sem necessidade de incisão cirúrgica clássica, simples e de realização em sessão única, possibilitando a alta precoce do doente após cerca de 24h da intervenção.
Tendo em perspectiva o foco na qualidade de vida do doente e as expectativas deste, podemos afirmar que se trata de uma excelente opção, já que garante o retomar precoce da vida normal, de forma quase imediata (ao contrário do que acontece com a cirurgia radical ou a radioterapia externa).
É uma forma de tratamento do adenocarcinoma da próstata com forte expressão nos EUA, onde foi desenvolvida, na sua forma moderna, a partir de meados dos anos 80. Em Portugal é relativamente recente mas com uma representação comparável às outras terapêuticas mais estabelecidas (cirurgia e radioterapia externa).
O desenvolvimento da ecografia, dos computadores e de programas sofisticados de dosimetria tridimensional da próstata, assim como de sistemas de orientação por grelhas perineais, permitiram o desenvolvimento da moderna braquiterapia prostática que finalmente se conseguiu afirmar como alternativa aos tratamentos clássicos, a prostatectomia radical e a radioterapia externa.
Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.
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