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Fabiola Scolari Schreiber – Itajai – SC



Marcos Piva Cirurgia Plastica – Itajai – SC



Alexandre Santos Domingues – Itajai – SC



Fique Sabendo?


Espondilolistese – O que é

A espondilolistese ocorre quando uma das vértebras da coluna desliza da sua posição normal, geralmente deslocando-se para frente sobre a vértebra que se encontra imediatamente abaixo. É mais comum na região lombar.

Já a espondilólise, condição associada, corresponde a um defeito da pars interarticularis (pequeno segmento de osso que une as facetas de uma vértebra) de uma vértebra.

 

A espondilolistese é dividida em tipos e graus, baseados na sua origem: 

Tipo I: Em alguns casos, as pessoas nascem com espondilolistese. Uma criança também pode desenvolver a condição naturalmente durante o seu desenvolvimento. Em ambas as situações, pode não haver qualquer sintomas até mais tarde.
Tipo II:  O mais comum, ocorre quando há um problema com uma seção da vértebra chamada pars interarticularis. As fraturas do tipo II só se tornam espondilolistese se obrigarem a vértebra a mover-se para frente. O tipo II é inclui:

IIA que envolve microfraturas causadas por utilização excessiva das vértebras e hiperextensão;
IIB que inclui muitas microfraturas que curam com formação de osso extra, provocando alongamento e desalinhamento;
IIC corresponde a uma fratura completa causada por trauma (lesão desportiva ou acidente);

Tipo III:  Está associado ao envelhecimento e ao desgaste ósseo natural;
Tipo IV: Trata-se de uma fratura que ocorre em qualquer zona da vértebra, exceto na região pars interarticularis;
Tipo V: Devido a tumores nas vértebras;
Tipo VI: É uma espondilolistese rara causada pelo enfraquecimento após cirurgia.

 

Esta patologia é também classificada em graus de acordo com a percentagem de deslizamento anterior do corpo vertebral: 

Grau 1: 25%
Grau 2: Entre 25% e 50%
Grau 3: Entre 50% a 75%
Grau 4: Entre 75% a 100%
Grau 5: O corpo vertebral parece totalmente desconectado


Obstipação – Sintomas

De um modo geral, as fezes são duras e fragmentadas, existe uma sensação persistente de mal-estar e desconforto no abdómen e verifica-se, frequentemente, necessidade de recorrer a medicamentos ou clisteres para ajudar a evacuação.

A obstipação, quando não devidamente tratada, pode causar hemorroidas, incontinência fecal ou impactação fecal, que traduz a acumulação de fezes secas e duras no reto.


O que é um nódulo isodenso?

Um nódulo isodenso observado na mamografia é um nódulo que apresenta a mesma densidade do tecido da mama. Isso significa que, na imagem de raio-x, o nódulo não vai estar nem mais nem menos esbranquiçado que o tecido ao seu redor. Por ser isodenso, os raios-x passam pelo nódulo da mesma forma que atravessam a mama, conferindo assim o mesmo tom esbranquiçado mostrado na mama.


Síndrome do ovário poliquístico – O que é

É uma das desordens endocrinológicas mais comuns, afetando aproximadamente 6% da população feminina em idade reprodutiva. É uma síndrome importante por atingir um grande número de mulheres em plena idade fértil.

As mulheres com a síndrome dos ovários poliquísticos (SOP) apresentam um desequilíbrio hormonal que interfere nos processos reprodutivos normais. As primeiras alterações surgem na puberdade e manifestam-se como alterações menstruais e variações hormonais.

Esta condição associa-se frequentemente a infertilidade, maior risco de desenvolver diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares e maior prevalência  de cancro do endométrio em idade precoce.


Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.
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