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Juliana Takahashi Rodrigues Silva – Ituverava – SP



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Fatima Bernardes Bueno Motta – Ituverava – SP



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Sunmed Medicina E Saude – Ituverava – SP



Fique Sabendo?


Qual pomada usar para picada de insetos?

As pomadas mais usadas são as pomadas com corticoides, as pomadas antialérgicas e aquelas com substâncias naturais, que acalmam a pele, como a cânfora e a calamina.


Bronquite – Sintomas

A principal manifestação da bronquite é a tosse, que vai evoluindo de sazonal para constante, tornando-se mucopurulenta cada vez com maior frequência. A falta de ar é outro sintoma importante. Já a dor no peito pode resultar da tosse. Na bronquite aguda podem surgir outros sintomas, como dores de garganta, corrimento nasal, cefaleias, dores musculares e fadiga.

A febre não é comum e deve fazer pensar num quadro de pneumonia ou outra de infeção.


Tosse convulsa – Sintomas

O período de incubação da tosse convulsa é de 7-10 dias, mas pode variar entre 5-21 dias.

Os sintomas da tosse convulsa são habitualmente moderados e semelhantes aos de uma constipação:

Corrimento nasal
Congestão nasal
Olhos lacrimejantes e vermelhos
Febre
Tosse

 

A tosse convulsa evolui por fases. A primeira é a fase catarral (com duração de 1-2 semanas), em que ocorre:

Inflamação e corrimento nasal
Tosse não produtiva
Febre baixa

 

Na segunda fase – a paroxística, que ocorre por 2-6 semanas -, a tosse agrava-se, é mais frequente à noite e pode piorar com o choro (no caso das crianças) e ingestão de alimentos. Pode ser acompanhada de cianose (coloração azulada da pele e dos lábios) e inchaço da língua. Além disso, o doente pode produzir um ruído característico da doença ao inspirar e a tosse pode até provocar o vómito.

Já na fase de convalescença (2-6 semanas), a tosse diminui progressivamente de intensidade e frequência. Desaparece também o ruído produzido ao inspirar e os vómitos.

Contudo, a tosse convulsa não se manifesta de igual forma em todos os doentes. Há pessoas que não desenvolvem ruído ao respirar. Há casos em que a tosse persistente é o único sinal de que um adolescente ou adulto podem estar infetados. Já os bebés, podem não ter tosse, manifestando apenas dificuldade respiratória ou até deixar de respirar subitamente.

As crianças vacinadas, adolescentes e jovens adultos podem ter apenas sintomas ligeiros, como tosse persistente.

Doentes com tosse convulsa são mais contagiosos até cerca de 3 semanas após o surgimento da tosse.

É caso para consultar o médico assistente se surgirem ataques de tosse prolongada e provocarem sintomas, como:

Vómitos
Coloração vermelha ou azul do rosto
Dificuldade respiratória
Ruído respiratório ao inspirar

 

Possíveis complicações

As complicações associadas à tosse convulsa são habitualmente efeitos secundários da tosse persistente, como:

Costelas partidas ou doridas
Hérnias abdominais
Rotura de vasos sanguíneos da pele ou dos olhos

 

A pneumonia é uma complicação relativamente comum. Já as convulsões e doença neurológica raramente ocorrem.

 

Nos bebés – sobretudo antes dos 6 meses de idade -, as complicações da tosse convulsa podem ser mais severas, incluindo:

Pneumonia
Respiração mais lenta ou paragem respiratória
Desidratação ou perda de peso devido a dificuldades na alimentação
Tonturas
Danos neurológicos


Alopécia Cicatricial – Sintomas

As doenças que determinam alopécia cicatricial primária não são muito frequentes.

Entre os caucasianos, a mais frequente é o líquen plano pilar (LPP). Na forma mais comum, determina pequenas peladas em pegadas ou então um recuo da linha anterior de implantação do cabelo, aumentando a extensão da testa.  Esta última forma chama-se alopécia fibrosante frontal (AFF) e é mais frequente na mulher pós-menopausa. Trata-se com corticosteroides e, por vezes, com finasterida. Muito mais rara e exclusiva de caucasianos, a pustulose erosiva do couro cabeludo, a qual determina erosões, escamas e crostas e responde aos corticoides em creme. 

Na raça negra, a mais frequente é a alopécia de tração. É determinada pela agressão física provocada pela tensão ao fazer tranças e afeta sobretudo a área fronto-temporal.  O essencial é parar a agressão e em fases muito iniciais o minoxidil pode ajudar. Exclusiva da raça negra é a alopécia central centrífuga, na qual a área de alopécia se vai extendendo de dentro para fora (responde mal a qualquer tratamento). Também quase exclusiva de negros é o acne queloidalis nucae, caracterizado por inflamação de folículos e cicatrizes na zona da nuca. A foliculite decalvante (FD) pode surgir em brancos e negros e caracteriza-se por grupos de cabelos em tufos, crostas, pontos de pûs e área de alopécia (normalmente única, que se vai estendendo). Trata-se com antibióticos tópicos – clindamicina, eritromicina – e sistémicos – minociclina, rifampicina, clindamicina, etc.

Menos frequente, e ocorrendo em ambas raças, o lúpus eritematoso cutâneo benigno (chamado discóide) também determina alopécia cicatricial. O melhor medicamento para o controlar é a hidroxicloroquina.


Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.
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