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Sonambulismo – O que é

Pertence à categoria das doenças do sono. Pensa-se que caminhar enquanto se dorme é sinónimo de sonambulismo, o que é um erro, uma vez que essa situação pode ter diversas causas, com tratamentos igualmente diferentes.

É uma doença bem definida, mais frequente nos rapazes, com tendência familiar e que, embora possa ocorrer em qualquer idade, começa habitualmente por volta dos cinco/seis anos e desaparece na adolescência. É mais frequente nas crianças com apneia do sono e nas que que molham a cama durante a noite. Os terrores noturnos também se associam ao sonambulismo.

Como regra, ocorre uma hora após o início do sono e não se repete na mesma noite. O sonâmbulo raramente se lembra do sucedido: caminha pela casa de um modo ordenado mas inconsciente, o que pode causar acidentes, como cair de escadas ou de uma janela, partir objetos, entre outros. De um modo geral, não existe agressividade, mas esta pode acontecer se o sonâmbulo for contrariado.

Pode ser causado por alguns medicamentos e pode agravar-se com o consumo de álcool, drogas, exercício em excesso, febre ou privação de sono.

Estima-se que cerca de 10% a 20% das crianças têm pelo menos um episódio de sonambulismo, mas a prevalência da perturbação é muito menor, provavelmente entre 1% e 5%. Nos adultos, a sua incidência é de 1% a 7%.

O começo ou a persistência deste quadro na idade adulta é comum e, como regra, não se associa a nenhum problema psiquiátrico.


Infeção urinária no bebé – Sintomas

Se a infeção estiver localizada no rim (pielonefrite) a maioria das crianças apresenta febre elevada e dor abdominal. Se for muito jovem (recém nascido ou latente) pode não ter febre mas recusar a alimentação, não aumentar de peso, vomitar ou simplesmente não estar bem.

 Nas infeções localizadas à bexiga (cistites) e principalmente nas crianças mais crescidas, o principal sintoma é a dor ao urinar, jato interrompido (chichi às “pinguinhas”), o aumento da frequência das micções e às vezes a incontinência urinária. A urina infetada pode ser fétida, mais carregada, turva e até ter sangue. Nem todas as meninas com estes sintomas têm infeção urinária, podendo tratar-se de um episódio de vulvovaginite.


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Aterosclerose – Sintomas

Geralmente não causa quaisquer sintomas até o fornecimento de sangue para um órgão ser reduzido. Quando isto acontece, as manifestações variam, dependendo do órgão específico envolvido. De facto, os sinais da aterosclerose são muito variáveis. Alguns doentes com um tipo ligeiro podem apresentar um quadro de doença grave, como um enfarte agudo do miocárdio ou morte súbita. Pelo contrário, outros pacientes com a doença mais avançada podem exibir poucos indícios. As suas diferentes manifestações resultam de um processo clínico generalizado que pode envolver diferentes territórios vasculares: cerebral, coronário e artérias periféricas. Por esse motivo, os sintomas variam de acordo com o território vascular arterial envolvido.

A doença cerebrovascular pode surgir como um acidente isquémico transitório, se ocorrer regressão total dos sintomas e sinais neurológicos em menos de 24 horas, ou acidente vascular cerebral.

A doença vascular coronária pode dar-se a conhecer de diversas formas, como um síndrome coronário agudo, angina de peito estável ou instável, e enfarte agudo do miocárdio.

A doença arterial periférica produz diversos indícios que vão da claudicação intermitente até à dor em repouso. O estreitamento das artérias da perna causa uma dor tipo cãibra nos músculos da perna, especialmente durante o exercício. Se o estreitamento for grave, pode existir dor em repouso, os dedos e os pés podem ficar frios, pálidos ou azulados e pode ocorrer perda dos pelos nos membros inferiores. Como se referiu, o estreitamento progressivo do lúmen da artéria causado pela expansão da placa ateromatosa leva a uma gradual obstrução do fluxo sanguíneo. Quando atinge 50% a 70% do diâmetro do vaso e/ou quando ocorrem necessidades metabólicas ou de oxigénio acrescidas, surgem sintomas de baixo débito, angina de peito ou claudicação intermitente.

A rotura de uma placa aterosclerótica instável, com exposição do seu conteúdo pode levar a trombose com obstrução total da artéria envolvida. Daí pode resultar um quadro de angina instável, enfarte agudo do miocárdio, acidente isquémico transitório ou acidente vascular cerebral. Outras manifestações clínicas incluem disfunção eréctil, desenvolvimento de aneurismas e insuficiência renal crónica.

Quando a aterosclerose afeta a circulação no território abdominal, pode surgir uma dor surda ou tipo cãibra no meio do abdómen, começando geralmente 15 a 30 minutos depois de uma refeição. O bloqueio completo de uma artéria intestinal causa uma dor abdominal intensa, por vezes acompanhada de vómitos, diarreia ou aumento do volume abdominal.


Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.
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