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Fique Sabendo?
Litíase da vesícula biliar – O que é
Chama-se litíase da vesícula à presença de um ou mais cálculos (vulgarmente conhecidos por “pedras”) no seu interior.
A vesícula é um pequeno saco que se localiza na face inferior do fígado. É onde fica armazenada a bílis que é produzida no fígado. Após a ingestão de alimentos, a vesícula contrai-se a fim de lançar a bílis para o intestino delgado através das vias biliares (sistema de canais que drenam a bílis do fígado) para ajudar a digestão das gorduras.
A litíase biliar é uma condição frequente. Na Europa cerca de 10% das pessoas têm esta condição. É a doença mais comum das vias biliares. Em geral, é duas a três vezes mais comum na mulher do que no homem. A idade é importante e a prevalência no género feminino varia entre 5% a 20% até aos 50 anos e de 25% a 30% depois dessa idade.
8 causas de diarreia com sangue e como tratar
A diarreia com sangue costuma ocorrer na presença de infecção intestinal (gastroenterite), junto com dor na barriga e febre. No entanto, pode acontecer também na presença de vermes, úlceras, inflamação, diverticulite, nos casos de tumor ou como efeito colateral de certos medicamentos.
Sinto muita dor nas pernas. O que pode ser?
As principais causas de dor nas pernas são a má circulação e os problemas osteomusculares, sobretudo a dor miofascial. Outras causas de dor nas pernas podem incluir cisto de Baker, traumas, lesões esportivas, excesso de esforço físico, compressão de nervo, entre outras. Os principais sinais e sintomas de má circulação incluem inchaço nos tornozelos e pés, varizes, dor nas pernas ao caminhar ou em repouso, sensação de dormência, formigamento ou queimação, coceira, alterações na temperatura, presença de feridas e manchas nas pernas. A má circulação também é a maior responsável pela dor nas pernas durante a gravidez. Isso ocorre porque o aumento do útero provoca uma compressão das veias da pelve, o que dificulta o retorno do sangue para o coração. O resultado é a insuficiência venosa, que além de causar dor nas pernas, aumenta o risco de trombose venosa.
Qual o tratamento para hiperplasia prostática benigna?
O tratamento para hiperplasia prostática benigna pode ser farmacológico (com medicamentos) ou cirúrgico, em casos mais graves da doença.
Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.
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