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Fique Sabendo?
Cancro Neuroendócrino – Prevenção
Os doentes com os síndromes familiares ou as doenças referidas em Fatores de Risco podem ser alvo duma vigilância mais apertada por parte do médico assistente.
Linfoma de Hodgkin – O que é
O Linfoma de Hodgkin é um tipo de cancro hematológico.
Linfoma é um termo genérico para classificar os cancros que se desenvolvem nos linfócitos e consequentemente, nos orgão do sistema linfático. Esta doença assemelha-se a um cancro na medida em que o mecanismo da sua formação é equivalente.
Estes linfócitos anormais, também denominados de células Reed-Sternberg não cumprem a sua função de proteção contra infeções e outras doenças.
Se no caso do Linfoma não Hodgkin as células de origem deste cancro inequivocamente são os linfócitos, no caso do Linfoma de Hodgkin a origem não é tão clara.
Uma vez que os linfócitos circulam por todo o organismo, as células anómalas podem ter origem em qualquer zona do sistema linfático e podem afetar várias partes do organismo, embora a sua disseminação aconteça habitualmente de forma sequencial afetando o conjunto de gânglios imediatamente seguintes.
A esta condição clínica em que a doença afeta de forma generalizada o organismo, dá-se o nome de doença sistémica.
O linfoma de Hodgkin é uma doença que aparece mais frequentemente em adultos jovens com gânglios aumentados de volume no pescoço, no tórax ou em outros locais. Também pode aparecer em idosos. Este linfoma também se pode chamar doença de Hodgkin, isto porque este tipo de linfoma é um cancro que tem geralmente bom prognóstico. Pode ser curada se detetada numa fase precoce.
Epilepsia tem cura? Qual é o tratamento para epilepsia?
Epilepsia não tem cura, mas é possível manter a doença sob controle através de medicamentos antiepilépticos e cuidados gerais. Mais da metade das crises epilépticas podem ser controladas com o tratamento medicamentoso. Contudo, em cerca de 30% dos casos, a pessoa continua apresentando crises, demonstrando resistência aos medicamentos.
Cisto pilonidal pode voltar após cirurgia?
Sim, o cisto pilonidal pode voltar após a cirurgia. As chances de recidiva variam entre 2% e 27%, de acordo com a técnica cirúrgica utilizada:
Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.
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