Daniella Mota Mourao – Montes Claros – MG

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Daniella Mota Mourao - Montes Claros - MG

Consultórios e Clínicas. A prática diária as decisões tomadas para resolver o problema do paciente são usualmente baseadas na aplicação consciente da informação avaliável por regras explicitamente definidas.

Consultas Popular em Centro – Montes Claros – MG

Endereço: Avenida Coronel Prates, 348 Sala 403 – Centro – Montes Claros – MG
Cep: 39400104

Tipo de Estabelecimento: Ambulatório
Tipo de Unidade: Consultório
CNES: 3949435

Atividade base Reabilitação

Conjunto de ações e serviços orientados a desenvolver ou ampliar a capacidade funcional e desempenho dos indivíduos, proteger a saúde e prevenir agravos, de modo a contribuir para autonomia, acesso à direitos e participação em todas as esferas da vida social.

Telefone Daniella Mota Mourao: (38) 3221-0613

Encontre Consultórios e Clínicas em Centro – Montes Claros – MG

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Consultórios e Clínicas – Medicina Preventiva e Social em  Centro - Montes Claros - MG 

Azala Patologia – Montes Claros – RJ



Centro De Terapia Oftalmologica Cto – Montes Claros – MG



Oto Center Clinica Medica – Montes Claros – MG



Fique Sabendo?


Moleira alta no bebê: o que pode ser?

Moleira alta no bebê é sinal de aumento da pressão dentro do crânio, o que sugere alguma inflamação ou acúmulo de líquido no cérebro. A moleira alta ou abaulada pode indicar um quadro de meningite, hidrocefalia, edema cerebral, hemorragia intracraniana, traumatismo craniano, entre muitas outras situações ou doenças que aumentam a pressão interna da cabeça e podem causar sérios danos ao desenvolvimento cerebral do bebê.


Suspeita de AVC: o que fazer?

Em caso de suspeita de AVC (Acidente Vascular Cerebral – “derrame”), o que se deve fazer é levar a vítima imediatamente a um serviço de urgência. Se possível, nem esperar pela ambulância.


AVC – Acidente vascular cerebral – O que é

O acidente vascular cerebral (AVC) é a principal causa de morte em Portugal. Em todo o mundo, estima-se que: uma em cada seis pessoas terá um AVC; a cada segundo uma sofre esta enfermidade; e a cada seis segundos esta doença é responsável pela morte de alguém. 

Por ano, 15 milhões sofrem um AVC e, desses, seis milhões não sobrevivem. De acordo com a Sociedade Portuguesa do Acidente Vascular Cerebral, Portugal é, na Europa Ocidental, o país com a mais elevada taxa de mortalidade, sobretudo na população com menos de 65 anos.

O AVC resulta da lesão das células cerebrais, que morrem ou deixam de funcionar normalmente, pela ausência de oxigénio e de nutrientes na sequência de um bloqueio do fluxo de sangue (AVC isquémico) ou porque são inundadas pelo sangue a partir de uma artéria que se rompe (AVC hemorrágico). Os isquémicos correspondem a cerca de 4/5 do total. As células do cérebro morrem pouco tempo depois da ocorrência desta lesão. Contudo, pode durar algumas horas se o fluxo de sangue não estiver completamente interrompido. Por essa razão, é fundamental agir rapidamente de modo a minimizar as lesões cerebrais.

Existe também uma outra forma de duração mais reduzida, inferior a 24 horas, que se designa por acidente isquémico transitório (AIT). Nestes casos, o entupimento da artéria cerebral é momentâneo e os sintomas podem durar alguns minutos ou horas. É importante reforçar que, mesmo nos casos transitórios, é fundamental recorrer ao hospital, uma vez que um AIT pode ser o primeiro sinal de um AVC com consequências devastadoras. De facto, uma em cada cinco pessoas que apresenta um AIT irá sofrer um AVC extenso nos próximos três meses. Nunca se deve ignorar um AIT. É ainda comum designar-se o AVC como “trombose”.


Castanha – O que é

A castanha é um fruto que geralmente apresenta uma forma arredondada, e com uma cor que pode variar de conforme a sua variedade. O miolo é amarelado, e com um sabor doce e agradável. No seu estado natural, as castanhas encontram-se cobertas por uma capa dura a que se chama de ouriço.

Existem várias espécies, sendo uma das mais importantes o Castanheiro Europeu. A colheita pode efectuar-se a partir de Setembro consoante as favoráveis condições climatéricas. O consumo deste fruto em Portugal ocorre por alturas do S. Martinho, em Novembro.


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