Água no joelho: Quais os sintomas e como tratar?
Dúvidas relacionadas
Mais causas cardiológicas do mal súbito:
- obstrução das artérias do coração: doença aterosclerótica coronariana, como a isquemia miocárdica e o infarto;
- doenças do músculo cardíaco: cardiomiopatia hipertrófica, de origem genética, na qual o coração fica hipertrofiado, com sua espessura aumentada.
Como a atividade física pode te ajudar a aliviar os sintomas da ansiedade
Enxaqueca – O que é
De um modo geral, as cefaleias são divididas em dois grandes grupos: primárias e secundárias. As primárias correspondem a uma doença, não traduzindo outros problemas de saúde e representam cerca de 90% do total. As secundárias são sintomas de doenças do sistema nervoso ou de outros órgãos do corpo humano. Podem ocorrer em gripes, intoxicação ou abstinência alcoólica, pequenos traumatismos cranianos, hipoglicémia (baixa dos níveis de açúcar no sangue) ou numa crise de hipertensão arterial.
A enxaqueca é uma cefaleia primária em que ocorrem episódios de dor muito intensos intervalados por períodos sem sintomas. De um modo geral, inicia-se entre os 15 e os 40 anos, mas pode aparecer na infância ou logo após a primeira menstruação. Se surgir pela primeira vez depois dos 45 anos devem ser excluídas outras causas. Algumas das suas características estão muito associadas ao ciclo reprodutivo feminino: maior prevalência depois da primeira menstruação ou durante o período menstrual; agravamento ocasional pela toma de pílula anticoncecional ou de terapêutica hormonal; atenuação ou desaparecimento durante a gravidez ou na menopausa. Antes da adolescência, a enxaqueca atinge rapazes e raparigas por igual. A partir daí, é duas a três vezes mais frequente no género feminino.
Estima-se que 8% a 15% dos indivíduos que vivem em países ocidentais (incluindo Portugal) sofram deste problema. O facto de atingir as pessoas em fase produtiva implica grandes custos económicos, sociais e familiares.
Cancro da Laringe – O que é
Quando as células perdem o mecanismo de controlo e sofrem alterações no seu genoma (DNA), tornam-se células de cancro, que não morrem quando envelhecem ou se danificam, e produzem novas células que não são necessárias de forma descontrolada, resultando na formação de um cancro.
Os cancros da laringe formam-se em resposta a agressões continuadas ao epitélio. O cancro da laringe faz parte de um grupo de cancros que agregamos na denominação geral de cancro da cabeça e do pescoço.