Alergia na pele: o que causa, tipos de alergia e como tratar.

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A alergia na pele pode ser causada por diferentes agentes e situações, sendo os mais comuns:


Dúvidas relacionadas


Tosse convulsa – O que é

A tosse convulsa (também conhecida por tosse coqueluche ou pertússis) é uma doença respiratória (da traqueia e brônquios) muito contagiosa, causada pela bactéria Bordetella pertussis.

O contágio da doença é feito através de gotículas respiratórias que a pessoa infetada expele quando tosse ou espirra. Pode também ocorrer pelo contacto com objetos contaminados com secreções de um doente.

Em 2018, ocorreram mais de 151 mil casos desta doença infecciosa aguda a nível mundial.

A tosse convulsa é mais perigosa para bebés e é uma causa significativa de doença e de morte neste grupo etário.


Síndrome do intestino irritável tem cura? Qual o tratamento?

A cura para a síndrome do intestino irritável é controversa. Muitos pacientes terão recidivas dos sintomas e alguns não terão mais sintomas após algum tempo. A evolução com o tratamento é imprevisível, mas se sabe que alguns fatores trazem pior prognóstico:


Flúor – O que é

O flúor é uma das armas mais eficazes na prevenção da cárie. O flúor actua diminuindo a capacidade de desmineralização e promove a remineralização do esmalte.

É um mineral natural, encontra-se na água e nos alimentos (mariscos, peixes do mar, gelatina e chá), e existe no corpo humano sob a forma de sais complexos nos ossos e no esmalte dos dentes. Pode ainda ser encontrado em pastas dentífricas fluoretadas, essenciais para uma boa higiene oral e saúde dos dentes. A sua carência traduz-se no aparecimento de cáries dentárias.


Alopécia Cicatricial – Sintomas

As doenças que determinam alopécia cicatricial primária não são muito frequentes.

Entre os caucasianos, a mais frequente é o líquen plano pilar (LPP). Na forma mais comum, determina pequenas peladas em pegadas ou então um recuo da linha anterior de implantação do cabelo, aumentando a extensão da testa.  Esta última forma chama-se alopécia fibrosante frontal (AFF) e é mais frequente na mulher pós-menopausa. Trata-se com corticosteroides e, por vezes, com finasterida. Muito mais rara e exclusiva de caucasianos, a pustulose erosiva do couro cabeludo, a qual determina erosões, escamas e crostas e responde aos corticoides em creme. 

Na raça negra, a mais frequente é a alopécia de tração. É determinada pela agressão física provocada pela tensão ao fazer tranças e afeta sobretudo a área fronto-temporal.  O essencial é parar a agressão e em fases muito iniciais o minoxidil pode ajudar. Exclusiva da raça negra é a alopécia central centrífuga, na qual a área de alopécia se vai extendendo de dentro para fora (responde mal a qualquer tratamento). Também quase exclusiva de negros é o acne queloidalis nucae, caracterizado por inflamação de folículos e cicatrizes na zona da nuca. A foliculite decalvante (FD) pode surgir em brancos e negros e caracteriza-se por grupos de cabelos em tufos, crostas, pontos de pûs e área de alopécia (normalmente única, que se vai estendendo). Trata-se com antibióticos tópicos – clindamicina, eritromicina – e sistémicos – minociclina, rifampicina, clindamicina, etc.

Menos frequente, e ocorrendo em ambas raças, o lúpus eritematoso cutâneo benigno (chamado discóide) também determina alopécia cicatricial. O melhor medicamento para o controlar é a hidroxicloroquina.


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