Alopécia Cicatricial – Sintomas

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As doenças que determinam alopécia cicatricial primária não são muito frequentes.

Entre os caucasianos, a mais frequente é o líquen plano pilar (LPP). Na forma mais comum, determina pequenas peladas em pegadas ou então um recuo da linha anterior de implantação do cabelo, aumentando a extensão da testa.  Esta última forma chama-se alopécia fibrosante frontal (AFF) e é mais frequente na mulher pós-menopausa. Trata-se com corticosteroides e, por vezes, com finasterida. Muito mais rara e exclusiva de caucasianos, a pustulose erosiva do couro cabeludo, a qual determina erosões, escamas e crostas e responde aos corticoides em creme. 

Na raça negra, a mais frequente é a alopécia de tração. É determinada pela agressão física provocada pela tensão ao fazer tranças e afeta sobretudo a área fronto-temporal.  O essencial é parar a agressão e em fases muito iniciais o minoxidil pode ajudar. Exclusiva da raça negra é a alopécia central centrífuga, na qual a área de alopécia se vai extendendo de dentro para fora (responde mal a qualquer tratamento). Também quase exclusiva de negros é o acne queloidalis nucae, caracterizado por inflamação de folículos e cicatrizes na zona da nuca. A foliculite decalvante (FD) pode surgir em brancos e negros e caracteriza-se por grupos de cabelos em tufos, crostas, pontos de pûs e área de alopécia (normalmente única, que se vai estendendo). Trata-se com antibióticos tópicos – clindamicina, eritromicina – e sistémicos – minociclina, rifampicina, clindamicina, etc.

Menos frequente, e ocorrendo em ambas raças, o lúpus eritematoso cutâneo benigno (chamado discóide) também determina alopécia cicatricial. O melhor medicamento para o controlar é a hidroxicloroquina.


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Paragem cardíaca – Doenças e Tratamentos

Caracteriza-se pela ausência de contrações dos ventrículos e costuma apresentar-se como complicação de outras arritmias e de outras doenças cardiovasculares, ainda que não seja tão linear quanto isso, uma vez que as paragens cardíacas podem produzir-se repentinamente, mesmo em pessoas que nunca


Apendicite – O que é

A apendicite é uma inflamação do revestimento interno do apêndice, pequena estrutura situada na primeira porção do intestino grosso, no lado direito do abdómen.

É um processo relativamente comum que se faz acompanhar de manifestações muito diversas e, por vezes, enganadoras que simulam outros quadros clínicos, o que implica um atraso no diagnóstico. A apendicite ocorre mais frequentemente entre os 10 e 30 anos, com discreto predomínio no sexo masculino e pode ter uma taxa de mortalidade de 0.25%. A apendicite aguda é a principal causa de cirurgia abdominal urgente em idade pediátrica. Se não for tratada, pode associar-se a diversas complicações, como a perfuração do apêndice ou a septicémia (infeção generalizada).


Qual é o tratamento para foliculite no couro cabeludo?

O tratamento da foliculite no couro cabeludo pode ser feito com higiene e uso de antibióticos locais ou por via oral, dependendo da sua gravidade. Normalmente, a foliculite no couro cabeludo resolve-se espontaneamente, muitas vezes sem necessitar de tratamento específico.


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