Aplicação de plasma rico em fatores de crescimento – Aplicações

Publicidade

Uma vez que estas proteínas regulam os mecanismos acima referidos, a sua utilização está indicada em processos patológicos em que seja necessário estimular o processo de cicatrização, proliferação e regeneração celulares, e controlar o processo inflamatório. Podem assim ser aplicados em situações como:

roturas musculares e músculo-tendinosas
roturas ligamentares;
patologia articular com episódios repetitivos de inflamação;
patologia articular com defeitos cartilagíneos e osteocartilagíneos (lesões recentes e crónicas-artrose);
atrasos de consolidação ou não consolidação de fraturas.


Dúvidas relacionadas


Icterícia Neonatal – Causas

No recém-nascido a icterícia é na maioria dos casos fisiológica, ou de desenvolvimento, surgindo habitualmente pelo 3º dia de vida, em consequência da imaturidade hepática do recém-nascido. Os bebés prematuros têm maior incidência deste tipo de icterícia, justamente por serem mais imaturos. Esta icterícia, apesar de não ser considerada doença, pode implicar terapêutica por fototerapia. O que determina a necessidade de terapêutica é o valor de bilirrubina no sangue. A icterícia do desenvolvimento regride habitualmente até aos 15 dias de vida. 

Outra causa frequente de icterícia no período neonatal é a incompatibilidade de sangue entre a mãe e o recém-nascido. Os pais estão familiarizados com os diversos tipos de sangue, bem como com o factor RH. Entre os sangues da mãe e filho também podem surgir incompatibilidades que condicionam maior, e mais precoce, destruição dos glóbulos vermelhos provocando  icterícia. 

O sangue humano não é todo compatível entre si, podem originar reacções imunológicas defensivas com a consequente produção de anticorpos. 

Outras causas raras de icterícia no período neonatal existem, geralmente associadas a doenças importantes.


Sarampo – O que é

É uma das infeções virais mais contagiosas, transmite-se quando uma pessoa inala micro gotas que se encontram em suspensão no ar depois de terem sido expelidas pela tosse de um indivíduo infetado.

Uma pessoa com sarampo é contagiosa entre dois a quatro dias antes que a erupção apareça e continua a sê-lo até ao seu desaparecimento. É quase sempre uma doença benigna embora, em alguns casos, possa ser grave ou mesmo fatal. As pessoas não vacinadas e que nunca tiveram contacto com o vírus têm uma elevada probabilidade de contrair a doença. 

Dada a sua transmissão ser exclusivamente inter-humana e existir uma vacina eficaz e segura faz com que o sarampo seja uma doença passível de ser erradicada, facto que se verificou no continente americano em 2002.

A Organização Mundial da Saúde definiu o ano de 2007 como meta para a sua eliminação na Europa. Em 2005 esta meta foi alterada para 2010 e foi lançado o Programa Europeu de Eliminação do Sarampo e Rubéola e Prevenção da Rubéola Congénita. Apesar destes esforços, a situação agravou-se nos últimos anos, ocorrendo surtos na maioria dos 29 países europeus, que somaram, em 2011, mais de 32 mil casos.

Atualmente, os surtos de sarampo costumam ocorrer em adolescentes e em adultos jovens previamente imunizados, em crianças que não tenham sido imunizados ou em bebés demasiado pequenos para a vacina (menos de 12 meses de idade).

A mulher que tenha tido sarampo ou que tenha sido vacinada transmite essa proteção ao seu filho e ela dura quase todo o primeiro ano de vida. Depois desse tempo, a suscetibilidade ao vírus é alta. No entanto, a primeira infeção protege a pessoa para o resto da vida.


O que é doença de Lyme e quais os sintomas?

Doença de Lyme é uma doença causada pela bactéria Borrelia burgdorferi, transmitida pela picada de carrapato. A transmissão ocorre pela picada da fêmea do carrapato do gênero Ixodes, que suga o sangue do hospedeiro durante 24 horas ou mais. A doença de Lyme não é contagiosa e não é transmitida de pessoa para pessoa.


Quais os sintomas do H. pylori?

O H. pylori não causa sintomas na grande maioria das pessoas infectadas. A presença de sinais e sintomas indica que o H. pylori já provocou alguma doença no estômago, como gastrite, úlcera ou ainda câncer de estômago.


Publicidade
Publicidade

Cristiane Figueiredo Francisco – Itapemirim – ES



Clinica Motta Lacerda – Campinas – SP