Azia – O que é

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É um sintoma de uma perturbação digestiva e não uma doença em si. Ocorre, por exemplo, no refluxo gastroesofágico, condição na qual o conteúdo ácido do estômago reflui para o esófago lesando as suas paredes.

A azia faz parte de um quadro mais abrangente de sintomas que se designam por dispepsia, termo que significa má digestão. Esta caracteriza-se por um conjunto de sinais que se relacionam com a digestão dos alimentos, tais como dor ou desconforto abdominal, sensação de enfartamento, eructações, vómitos, azia ou perda de apetite. Trata-se de um problema comum e estima-se que cerca de 30% da população adulta sofra ou tenha sofrido desta patologia. Em Portugal, cerca de 3% a 4% das consultas médicas de clínica geral são devidas a esta sintomatologia.


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Hepatite B – Doenças e Tratamentos

A hepatite B é provocada pelo Vírus da Hepatite B (VHB) e é a mais perigosa das hepatites. Os portadores podem desenvolver doenças hepáticas graves, como a cirrose e o cancro no fígado, contudo é possível fazer prevenção através da vacina da hepatite B, com uma eficácia de 95 por cento.


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O tratamento do transtorno depressivo maior é feito em três grandes pilares:


Cirrose hepática – Sintomas

Na fase inicial, não existem quaisquer sintomas associados à cirrose. Os mais precoces costumam ser fadiga, perda de energia, de apetite e de peso, náuseas, dores abdominais e pequenos derrames na pele em forma de “aranha”. Podem ocorrer hemorragias mais facilmente ou formação de “nódoas-negras”.

Na fase de descompensação, ocorrem diversos sinais como:

Icterícia (olhos e pele amarelados)
Presença de ascite (barriga de água)
Inchaço das pernas
Hemorragias digestivas sob a forma de vómitos ou fezes com sangue, mais frequentemente provocadas pela rotura de veias dilatadas no esófago (varizes esofágicas)
Fezes descoradas
Alterações mentais que podem levar a confusão, agressividade e mesmo coma (encefalopatia hepática)
Desenvolvimento de infeções graves
Alterações hormonais com disfunção erétil e aumento das glândulas mamárias no homem
Cancro do fígado (carcinoma hepatocelular ou hepatoma)

O risco de desenvolvimento de cancro do fígado na cirrose hepática é de cerca de 1% a 4% por ano. Este carcinoma apresenta elevada mortalidade se for diagnosticado numa fase avançada. Por esse motivo, é muito importante que todos os doentes com cirrose realizem uma ecografia abdominal de seis em seis meses, para que o tumor seja diagnosticado ainda com pequenas dimensões. Nesses casos, existem alguns tratamentos eficazes, como o transplante hepático, a remoção cirúrgica, a radiofrequência, a alcoolização, a quimioembolização ou um medicamento (sorafenib), administrado por via oral.


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