Cancro do cólon e reto – Prevenção

Publicidade

A prevenção do cancro colorrectal passa fundamentalmente pela adopção de hábitos saudáveis e a realização de exames para a detecção precoce de pólipos ou lesões no cólon e reto.
 
De acordo com as recomendações internacionais, o diagnóstico precoce deve começar a partir dos 50 anos. Contudo, o momento certo depende do risco individual de cada pessoa de desenvolver a doença, pelo que deverá ser o seu médico a avaliar o seu caso concreto e determinar quando iniciar esta rotina.
 
Normalmente são utilizados 3 tipos de exames para o diagnóstico precoce do cancro do cólon e recto:

Colonoscopia total – é o exame mais completo pois permite visualizar todo o reto e cólon; a colonoscopia consiste na introdução de um tubo pelo ânus – um colonoscópio – que permite ao médico ver o interior e procurar pólipos e eventuais lesões; caso detete pólipos, o médico procederá a uma polipectomia, ou seja remove os pólipos encontrados para posterior análise;

Sigmoidoscopia flexível – neste exame só é visualizado o reto e a parte inferior do cólon, ou seja o cólon sigmóide; consiste na introdução de um tubo pelo ânus – um sigmoidoscópio – que permite ao médico ver o interior e procurar pólipos e eventuais lesões; caso detecte pólipos, os mesmos são removidos para posterior análise, tal como na colonoscopia total;

Pesquisa de sangue oculto nas fezes – trata-se de um exame indirecto para encontrar sinais de cancro e não a lesão propriamente dita; os pólipos podem sangrar, pelo que a presença de sangue pode ser um indicador importante e caso seja encontrado deverá ser feita uma colonoscopia. Contudo, outras patologias benignas como é o caso das hemorróidas, podem ser a causa da presença de sangue.

Existem outros exames complementares para o diagnóstico precoce de cancro colo-rectal, como o clister opaco e a colonografia por TC.


Dúvidas relacionadas


Valvulopatia – Sintomas

Podem ser assintomáticas durante longos períodos de tempo. Os sintomas fundamentais são a sensação de falta de ar, a dor torácica e a síncope (desmaio). Estes indícios tendem a ser mais evidentes após a realização de esforços que aumentam o fluxo sanguíneo. Podem ainda causar arritmias, com sensação de palpitações, e quando a causa é uma endocardite, surge febre.

Se a doença não for tratada, pode ocorrer um enfarte do miocárdio, um acidente vascular cerebral, formação de coágulos sanguíneos ou morte súbita por paragem cardíaca.


Vou fazer o exame transvaginal, quantos dias devo ficar sem relação?

Não há uma indicação exata quanto à abstinência sexual antes da realização da ultrassonografia.


Injeção para não engravidar aborta?

Não. O anticoncepcional injetável não é capaz de provocar aborto.


Depois da primeira relação sexual é normal fazer mais xixi?

Sim, depois da primeira relação sexual é normal fazer mais xixi. Embora isso não ocorra sempre, pode ser causado pela irritação do canal do xixi (uretra) devido à sua proximidade com a vagina que sofreu o atrito com o orgão genital masculino. Isso pode provocar um estímulo para fazer xixi,  às vezes em pequenas quantidades, e acompanhada de dor e ardência.


Publicidade
Publicidade

Thatiani Bandeira Dos Santos Rehme – Curitiba – PR