Celulite – O que é
É importante não confundi-la com a celulite infeciosa, que corresponde a uma infeção bacteriana grave da pele e potencialmente fatal, que se traduz por áreas de vermelhidão, calor e dor na pele afetada que se tendem a espalhar rapidamente.
A celulite é classificada em três graus:
Grau 1: sem sintomas e apenas detetada em exames microscópicos
Grau 2: a pele fica mais pálida e com menor elasticidade
Grau 3: rugosidade visível na pele
Embora possa afetar ambos os géneros, a celulite é muito comum nas mulheres – cerca de 80% apresenta algum grau de celulite -, em parte pela sua maior tendência para acumular determinados tipos de gordura. Embora não se trate de uma doença grave, pode afetar a autoestima e, portanto, a qualidade de vida de pessoas por ela afetadas.
Dúvidas relacionadas
Cancro da Mama – O que é
Quando as células mamárias normais envelhecem ou são danificadas, morrem naturalmente.
Quando as células perdem este mecanismo de controlo e sofrem alterações no seu genoma (ADN), tornam-se células de cancro, que não morrem quando envelhecem ou se danificam, e produzem novas células que não são necessárias de forma descontrolada, resultando na formação de um cancro.
Ao contrário das células normais, as células de cancro da mama não respeitam as fronteiras do órgão, invadindo os tecidos circundantes e podendo disseminar a outras partes do organismo.
Por exemplo, as células de cancro podem invadir os gânglios linfáticos mais próximos, nomeadamente os localizados debaixo da axila, os gânglios da base do pescoço e os gânglios da parede torácica.
Posteriormente podem atingir órgãos à distância como os ossos, fígado, pulmões e cérebro. A este processo dá-se o nome de metastização.
Como saber se o hímen foi rompido?
Cancro do Rim – O que é
A maior parte dos cancros do rim tem origem nas células do tubo do nefrónio.
De facto, o carcinoma de células renais e os carcinomas papilares do rim, que são a maiorias dos cancros do rim, têm origem a partir das células do tubo contornado proximal. As células tumorais têm alterações no seu genoma que as tornam autónomas e de difícil regulação.