Cólica e inchaço abdominal

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O inchaço abdominal também é um dos primeiros sintomas de gravidez surgindo mais frequentemente nos primeiros 7 dias a 2 semanas. O aumento do fluxo sanguíneo e a adaptação ao crescimento uterino são os maiores causadores deste inchaço abdominal, que pode ser confundido com uma cólica menstrual de fraca a média intensidade. Além disso, a mulher pode ainda ter uma pequena perda de sangue, semelhante à menstruação, mas em menor quantidade.


Dúvidas relacionadas


Crohn, Doença de – Doenças e Tratamentos

A doença de Crohn é uma inflamação crónica que pode atingir qualquer região do tubo digestivo, desde a boca até ao ânus, embora se localize, mais frequentemente, no último segmento do intestino delgado (íleo) e no intestino grosso.


Cólera – O que é

Trata-se de uma infeção do intestino delgado causada por uma bactéria (Vibrio Cholerae). Esta é capaz de produzir uma toxina que o estimula a segregar grandes quantidades de um líquido rico em sais e minerais, causando diarreias muito graves.

É uma forma de diarreia infecciosa aguda que, se não for tratada, pode causar a morte em poucas horas.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, estima-se que, em cada ano, ocorram três a cinco milhões de casos de cólera, causando entre cem mil a duzentas mil mortes.

Esta doença transmite-se através da ingestão de água, mariscos ou outros alimentos contaminados pelos excrementos de pessoas infetadas. Surge, habitualmente, em determinadas zonas da Ásia, Médio Oriente, África e América Latina, ocorrendo os surtos nos meses de calor. A incidência é mais elevada entre  as crianças.

A infeção pode ser causada por outras espécies da bactéria Vibrio. Neste cenário, a diarreia costuma ser muito menos grave do que a da cólera.


A menstruação não desceu na pausa, o que fazer?

A menstruação não descer durante a pausa ou intervalo do anticoncepcional pode ocorrer, embora seja algo pouco comum. Se o anticoncepcional foi tomado corretamente sem esquecimentos, é provável que a ausência da menstruação na pausa, seja apena um efeito do próprio anticoncepcional, portanto, pode ser considerada uma situação normal.


Varicela – Sintomas

O vírus pode ser transmitido pelas secreções respiratórias, por disseminação através do ar quando a pessoa infetada tosse, espirra ou fala ou por contacto com o líquido das lesões cutâneas, quando estas se rompem. Outro modo de transmissão do vírus é por via transplacentária que pode levar à infeção do feto.

Os sintomas mais típicos são a presença de pequenas bolhas cheias de líquido na pele, sobretudo no tronco, mas que podem também surgir no rosto, no couro cabeludo e nos genitais ou até espalhar-se por todo o corpo. Antes do seu aparecimento, a varicela dá-se a conhecer pela presença de manchas rosadas, planas e superficiais que, numa segunda fase, se vão transformando até se formarem bolhas de paredes muito finas que contêm um líquido transparente. Elas acabam por se romper, deixando pequenas lesões na pele que secam, até que se forma uma crosta que também desaparece, de um modo geral, sem deixar marcas. Estas diversas fases podem estar presentes em simultâneo no doente. Nalguns casos, manifesta-se de uma forma ligeira, formando-se poucas bolhas. Noutros, irrompem às centenas, por vezes, até no céu da boca ou no interior do reto e na vagina, causando grande incómodo. O prurido causado é muito acentuado e pode causar lesões na pele e/ou infeção bacteriana. Como tal, é muito importante manter as unhas das crianças curtas e limpas de modo a minimizar estes riscos.

Embora as bolhas sejam o sinal mais visível da varicela, existem outros sintomas como febre, dores abdominais, falta de apetite, dores de cabeça e mal estar geral. Estes sintomas costumam ser ligeiros.

Apesar de ser uma doença benigna, podem ocorrer complicações, como pneumonia, encefalite (inflamação do cérebro), celulite ou choque tóxico. Importa saber que, embora cada pessoa tenha um único episódio de varicela, o vírus permanece latente nas células nervosas. Quando é reativado, em condições de doença, stress, exposição ao sol, uso de medicamentos, emerge sob a forma de uma nova doença, chamada zona (igualmente causada pelo vírus herpes-zoster). Esta ocorre em cerca de 10% dos adultos que tiveram varicela na infância.

A varicela tende a ser mais grave quando adquirida na idade adulta, sobretudo, em doentes com as suas defesas diminuídas por outras patologias ou pelo uso de alguns medicamentos como os corticoides. De facto, os adolescentes e os adultos são mais suscetíveis a complicações graves, com um aumento 20 vezes superior na mortalidade entre os 15 e os 44 anos. As grávidas também são um grupo particular de risco. Se a mulher não teve varicela na infância e a contrair durante a gestação, sobretudo nas primeiras semanas, o feto pode nascer com anomalias congénitas. Se a doença for contraída na semana que antecede o parto, existe o risco do bebé nascer com uma infeção que pode ser fatal. Pelo contrário, se a mãe tiver varicela antes de engravidar, o feto recebe anticorpos através da placenta ou durante a amamentação, o que reduz a probabilidade de a contrair ou, caso ela surja, seja numa forma muito ligeira.


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Ariana Paula Krause Pires – Maringa – PR



Marcia Regina Clare Rosa – Rio De Janeiro – RJ