Como identificar alguém com transtorno de personalidade histriônica?

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O transtorno de personalidade histriônica caracteriza-se por excesso de emotividade e necessidade constante de obter atenção e elogios das outras pessoas.


Dúvidas relacionadas


Dor pélvica na mulher, o que pode ser?

Dor pélvica na mulher é uma queixa muito comum nos consultórios médicos, principalmente de ginecologia, e podem ter diversas causas. O que gera um grande desafio para os profissionais, pois requer uma investigação profunda e detalhada do problema.


Qual o dia mais provável de ocorrer a ovulação? Posso ovular logo no primeiro mês que parar a pílula?

Sim, a mulher pode ovular no mês seguinte que interrompeu a pílula, normalmente.


Doenças da Coifa dos Rotadores – O que é

A coifa dos rotadores é um conjunto de músculos e tendões que envolvem a articulação do ombro, de extrema importância para o seu movimento.

Se o ombro dói, é possível que se trate de uma lesão ao nível dessa zona e que pode ter origem num traumatismo ou no envelhecimento da articulação.

Uma lesão da coifa dos rotadores justifica, de facto, o aparecimento de dor no ombro.

Trata-se, como regra, de um quadro de tendinopatia, ou seja, um problema dos tendões.

As causas de lesão são diversas. Pode tratar-se de uma tendinopatia simples, na qual alguns movimentos repetitivos podem estar na origem de uma inflamação dos tendões (tendinite). Pode ocorrer uma tendinopatia calcificante, com formação de depósitos de cálcio ao nível dos tendões, provocando dor, diminuição da força e da mobilidade. Finalmente, pode ocorrer uma rotura da coifa, relacionada com o próprio envelhecimento ou, por vezes, traumatismos que podem causar roturas parciais ou totais da coifa, que se traduzem num ombro doloroso, com perda de força e com limitação dos movimentos.


Ansiedade – O que é

A ansiedade é uma emoção normal, experienciada pelas pessoas no seu dia a dia, e caraterizada por sentimentos de tensão, preocupação, insegurança, normalmente acompanhados por alterações físicas como o aumento da pressão arterial e da frequência cardíaca, sudação, secura da boca, tremores e tonturas.

Apesar deste caráter normativo, quando a ansiedade persiste em certos contextos, interfere negativamente com a capacidade de desenvolver as atividades diárias e causa sofrimento físico e/ou emocional significativo, estamos perante uma patologia ansiosa.

Trata-se de um problema importante e comum. A nível da medicação, entre 2004 e 2009, observou-se um crescimento de 25,3% no consumo de ansiolíticos, hipnóticos, sedativos e antidepressivos. Estes dados são confirmados pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), onde Portugal se situa acima da média dos países desta entidade no consumo de ansiolíticos. São escassos, no entanto, os estudos que apresentam resultados relativos à realidade portuguesa. Alguns apontam para taxas de cerca de 50% dos utilizadores de cuidados primários de saúde apresentando sintomas de depressão/ansiedade. 

As evidências demonstram maior prevalência de perturbações depressivas e de ansiedade entre as mulheres. Em Portugal, existem poucas evidências dessa tendência, embora alguns estudos recentes sugiram que o género feminino é mais suscetível a esse tipo de perturbação.

Em condições normais, a ansiedade pode ser útil, na medida em que ajuda a identificar situações de perigo e permite uma melhor preparação para as enfrentar. Quando bem controlada, atua sobretudo como estimulante. Em excesso, causa sofrimento desnecessário.

Existem diferentes formas de ansiedade, cada uma delas com sintomas diferentes, sendo as principais as seguintes:

doença obsessiva compulsiva
stress pós-traumático
pânico
agorafobia, ansiedade generalizada, social ou de separação

 

Relação entre ansiedade e depressão

A ansiedade faz parte do quadro clínico da depressão e está associada de forma variável às alterações de humor e aos estados depressivos. Pode-se, portanto, afirmar que os pacientes com esta patologia sofrem também de ansiedade, mais ou menos pronunciada. Da mesma forma, a maioria das pessoas em que a ansiedade se manifesta num grau elevado pode evoluir para um estado depressivo. A presença em simultâneo de depressão e ansiedade é muito marcante, implicando maior gravidade de sintomas. Estudos desenvolvidos em Portugal registaram forte correlação entre depressão, ansiedade e stress.


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