Deformidades Congénitas do Membro Superior – Causas
Algumas anomalias congénitas são herdadas, mas podem saltar gerações ou podem resultar da combinação de anomalias genéticas transportadas pelos pais. Outras alterações genéticas são inéditas na família, tendo a criança a anomalia pela primeira vez mas apresentando no entanto risco de a transmitir aos seus descendentes.
Outras deformidades congénitas têm causas não genéticas. Alguns medicamentos, como a muito conhecida talidomida e alguns medicamentos usados na quimioterapia, são conhecidos como responsáveis de defeitos congénitos. O álcool, tabaco e as drogas afetam o desenvolvimento do feto mas não tem relação específica com malformações do membro superior.
As bridas constritivas congénitas, vulgarmente chamadas bridas amnióticas, são bandas amnióticas equivalentes a fios que ao se enrolarem em torno dos membros superiores (braço, antebraço e mãos) ou inferiores (coxa, perna e pé) podem levar a várias deformidades, desde vincos mais ou menos profundos até a amputações.
Em outras situações não é conhecida a razão da malformação. Um dos inúmeros passos de desenvolvimento do feto não é concluído eficazmente resultando nas alterações encontradas
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Refluxo gastroesofágico – Sintomas
Pode ainda ocorrer dificuldade em engolir e dor torácica, por trás do esterno, que se pode confundir com problemas de origem cardíaca. Outros sintomas possíveis são tosse, falta de ar, rouquidão, dor de ouvidos ou gengivite. Por vezes, pode haver anemia por carência de ferro ou, mais raramente, vómitos com sangue. Nalguns casos podem surgir complicações, como as úlceras, as estenoses e a transformação da mucosa esofágica em revestimento de tipo intestinal.