Duodenite tem cura? Qual o tratamento?

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Sim, a duodenite tem cura. O tratamento é definido individualmente, não existe um único tratamento, depende do grau de acometimento. Pode ser indicado apenas medicamentos e medidas gerais que visam aliviar e evitar a piora dos sintomas, ou até a necessidade de intervenção cirúrgica nos casos mais graves.


Dúvidas relacionadas


Bursite tem cura? Qual o tratamento?

Sim, na maioria das vezes a bursite pode ser totalmente curada.


Quais são os sintomas da catapora?

Os sintomas da catapora se iniciam após 10 a 20 dias do contágio, com lesões de pele avermelhadas, que logo se transformam em pequenas bolhas (vesículas) e viram crostas após alguns dias, desaparecendo ao final de uma a duas semanas. Depois que as lesões se resolvem, podem permanecer cicatrizes nos locais.


Hérnia inguinal – Sintomas

A hérnia inguinal pode ser assintomática. Contudo, é possível ver ou sentir a saliência criada pela hérnia na região da virilha ou no escroto, sobretudo na posição de pé, tossindo ou fazendo um esforço.

Nos bebés, o choro tende a acentuar essa saliência e, pelo contrário, ela reduz-se quando o bebé está mais relaxado. Muitas hérnias não causam qualquer sintoma e são descobertas por mero acaso. Noutros casos, a saliência é visível, sobretudo na posição de pé e quando se tosse ou se realiza outro esforço. A hérnia pode causar uma sensação de queimadura ou de dor, sobretudo quando se realiza um movimento de flexão para a frente, quando se tosse ou quando se levantam pesos. Pode ainda ocorrer uma sensação de peso, de fraqueza ou de pressão na região da virilha.
Ocasionalmente, existe dor e inchaço em torno dos testículos, o que indica a descida do intestino até ao escroto.

As complicações resultam do encarceramento do conteúdo da hérnia que torna impossível a sua reinserção na cavidade abdominal. Reduzindo o fluxo sanguíneo do segmento de intestino afetado e causando dor e lesão dos tecidos. Quando esse fluxo é completamento interrompido, estamos perante uma hérnia estrangulada que, se não for tratada, causa morte dos tecidos, com infeção que se estende a todo o abdómen e que pode ser fatal. A sintomatologia manifesta-se por dor, náuseas, vómitos e paragem dos movimentos intestinais com obstipação. Nesse caso, a pele sobre a hérnia fica vermelha, com sinais inflamatórios marcados. Os sinais de estrangulamento são a presença de náuseas e/ou vómitos, febre, aumento da frequência cardíaca, dor súbita que aumenta muito rapidamente e uma alteração do aspecto da saliência da hérnia, ficando mais vermelha ou mais escura.

O estrangulamento pode acontecer em 1,3 a 3% das hérnias. Uma hérnia estrangulada é uma emergência cirúrgica porque o intestino ou outro órgão pode entrar em fase de necrose, causando uma inflamação potencialmente fatal da cavidade abdominal, designada por peritonite.


Abcesso pulmonar – O que é

São cavidades que se originam no pulmão, com acumulação de tecido pulmonar morto e líquido no seu interior. Como regra, um abcesso pulmonar corresponde a uma concavidade com um centímetro ou mais de diâmetro. São causados por bactérias e são mais frequentes no lado direito.

Antes da existência de antibióticos, o abcesso pulmonar era uma doença devastadora, com uma taxa de mortalidade de cerca de um terço. Esta situação evoluiu favoravelmente e, atualmente, quer a taxa de mortalidade quer o prognóstico são muito mais favoráveis, com cerca de 90% dos doentes curados mediante o recurso a tratamento médico.

A frequência dos abcessos pulmonares na população geral não é conhecida. Sabe-se que são mais comuns nos idosos, pela maior prevalência de doenças periodontais e maior risco de aspiração. Um dos principais fatores de risco parece relacionar-se com a imunodepressão e com a patologia obstrutiva brônquica, podendo nestes casos a mortalidade atingir taxas de 75%. Os abcessos pulmonares podem ser classificados com base na sua duração: com menos de quatro a seis semanas são considerados agudos, tendo os crónicos uma duração superior. Podem ser únicos ou múltiplos, primários e secundários, estando os primeiros relacionados com processos infeciosos, por aspiração ou pneumonia, e sendo os segundos causados por condições preexistentes, nomeadamente doença obstrutiva, bronquiectasias (dilatações dos brônquios) ou imunodepressão, entre outras causas.


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