Estou com corrimento marrom mesmo tomando anticoncepcional: o que pode ser e o que fazer?

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As mulheres que usam anticoncepcional hormonal oral (pílula), especialmente as que estão iniciando o seu uso, podem apresentar um corrimento marrom chamado de escape ou spotting, devido à variação das concentrações de hormônio no corpo.


Dúvidas relacionadas


Síndrome das pernas inquietas – Sintomas

De um modo geral, os sintomas surgem ou pioram quando o doente está em repouso e tendem a desaparecer com o movimento. O que significa que pioram durante noite, especialmente quando o doente se deita, sendo também visíveis movimentos dos pés e dedos quando o paciente está sentado. Essa inquietação pode ser falsamente interpretada como nervosismo. Por vezes, este distúrbio pode também ser confundido com certos movimentos rítmicos e repetitivos que surgem quando a pessoa está distraída ou tensa.

Estes sintomas podem causar dificuldade em adormecer e na própria manutenção do sono. Cerca de 80% das pessoas com esta síndrome apresentam movimentos periódicos dos membros durante o sono que tendem a ocorrer a cada 20 ou 30 segundos, causando despertares que interrompem o sono e afetam a sua qualidade. Por esse facto, é comum o cansaço e sonolência durante o dia, maior irritabilidade, dificuldade em gerir o stress, sintomas de depressão, dificuldades de concentração e de memória.

Dada a necessidade de movimentar as pernas, tarefas como longas viagens e atividades de lazer tornam-se quase impossíveis. Geralmente, os movimentos ocorrem bilateralmente, mas podem predominar num dos lados.

Mais raramente e nas situações mais graves, esta queixa pode surgir noutras partes do corpo como a anca, tronco, braços e face.


Emendar cartela do anticoncepcional faz mal?

Emendar cartela do anticoncepcional não faz mal à saúde, nem aumenta o risco de gravidez. O uso contínuo da pílula anticoncepcional, emendando uma cartela à outra, é uma forma de não menstruar e aumentar o intervalo entre as menstruações.


Rotura tendinosa do cotovelo – O que é

O músculo bicípede situa-se na parte anterior do braço e permite a flexão do cotovelo e a rotação do antebraço. Garante, ainda, a estabilidade do ombro.

Os tendões ligam os músculos aos ossos. Se o tendão do bicípede se romper junto ao cotovelo, a força no braço perde-se e não se consegue rodar a palma da mão para cima e para baixo.

Quando essa rotura acontece, o tendão não se regenera nem cicatriza. Como tal, impõe-se o tratamento adequado. Essas roturas podem ser completas ou parciais. As completas são as mais frequentes.

Numa fase inicial, os outros músculos do braço podem substituir a função do tendão lesado. Contudo, se a lesão não for reparada, irá ocorrer uma perda de força no braço entre 30 a 40%.

Este tipo de lesão é raro, sobretudo nas mulheres.


Síndrome pós-trombótica dos membros inferiores – O que é

Consiste num conjunto de alterações que podem ocorrer, a longo prazo, após uma trombose venosa profunda (oclusão de uma veia profunda por um trombo).

É uma consequência frequente e por vezes incapacitante da trombose venosa profunda (TVP). Trata-se de uma condição potencialmente debilitante para a qual os pacientes procuram orientação médica. Este quadro desenvolve-se em 20% a 50% dos pacientes com TVP, mesmo quando a terapia anticoagulante é usada para a tratar. As manifestações variam de sinais clínicos leves a mais graves, como dor crónica nas pernas que limita as atividades do dia a dia ou a capacidade de trabalhar.


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