Febre amarela – Sintomas
A fase inicial é caracterizada por sintomas de tipo gripal, com febre alta, cefaleias, dores musculares, falta de apetite e náuseas/vómitos. Os sintomas de tipo gripal predominam durante quatro ou cinco dias, desaparecendo, na maioria das pessoas, de forma espontânea. Em cerca de 15% dos casos ocorre uma evolução para uma fase tóxica, de elevada mortalidade, caracterizada por disfunção multiorgânica (sobretudo fígado e rins), hemorragias generalizadas e ausência de micções. De um modo geral, os sintomas surgem três a seis dias após a picada do mosquito infetado. Num pequeno número de indivíduos, a infeção progride para um quadro de falência de diversos órgãos, com icterícia e insuficiência hepática, hemorragias, insuficiência renal, alterações do estado de consciência, convulsões, coma e morte. Nos casos mais graves, a mortalidade pode ser superior a 50%.
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Hipertensão arterial – O que é
É importante saber que a tensão tem tendência a subir com a idade. Contudo, a hipertensão não deve ser considerada normal nos idosos.
Como regra, considera-se estar na presença de hipertensão arterial, quando a pressão máxima é maior ou igual a 160 mmHge/ou a pressão mínima é maior ou igual a 95 mmHge.
A hipertensão arterial associa-se tanto à doença coronária, como ao acidente vascular cerebral (AVC) e à insuficiência cardíaca e é o fator de risco cardiovascular modificável mais frequente, razão pela qual o seu tratamento é essencial na prevenção destas patologias.
As doenças cardiovasculares são a causa de morte de, pelo menos, 34,1% da população portuguesa, fundamentalmente como consequência de AVC e da doença coronária.
Estima-se que a prevalência de hipertensão arterial na população adulta portuguesa seja de 42,1%, estando apenas 39,0% destes doentes medicados com fármacos anti hipertensores e só 11,2% estão controlados.