Glomerulonefrite – O que é
Pode ser definida como um processo inflamatório, não purulento, bilateral e simétrico que atinge fundamentalmente ou inicialmente os glomérulos renais. Se esta doença não for interrompida, os rins podem deixar de funcionar, instalando-se um quadro de insuficiência renal.
A glomerulonefrite pode ser aguda, quando se desenvolve subitamente, ou crónica. As formas agudas podem ocorrer após uma infeção da garganta ou da pele e, por vezes, melhoram de um modo espontâneo.
A lesão dos glomérulos permite que ocorra perda de sangue e proteína através da urina e é uma importante causa de disfunção renal.
Nas crianças corresponde a cerca de 27% dos casos e, nos adultos, a cerca de 8%. Em Portugal, alguns estudos apontam esta patologia como causa de doença renal nas crianças em cerca de 20%. Os homens tendem a ser mais atingidos do que as mulheres.
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Além das alterações da força muscular, alterações ósseas e deformidades ósseas comuns, o impacto da doença difere entre homens e mulheres. Nas mulheres podem também surgir alterações do ciclo menstrual e nos homens podem manifestar-se alterações sexuais como impotência. Pensa-se que cerca de 17% da população possua pequenos adenomas hipofisários que geralmente não produzem excesso da hormona do crescimento nem causam sintomas.
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Descolamento da retina – O que é
É uma condição grave que ocorre quando a retina (fina camada de tecido do fundo do olho que processa a luz) se destaca dos tecidos oculares de suporte. O descolamento da retina pode originar perda permanente da visão se não houver intervenção médica nas 24 a 72 horas seguintes.O diagnóstico precoce é essencial para prevenir a perda de visão associada a um descolamento da retina.
Cancro da Pele (não melanoma) – O que é
As células da pele são as responsáveis pela constituição do tecido cutâneo. No seu estado normal, estas células crescem e dividem-se em novas células, que são formadas à medida que vão sendo necessárias, este processo chama-se regeneração celular.
Quando as células normais da pele envelhecem ou são danificadas, morrem naturalmente. Quando as células perdem este mecanismo de controlo e sofrem alterações no seu genoma (DNA), tornam-se células de cancro, que não morrem quando envelhecem ou se danificam, e produzem novas células que não são necessárias de forma descontrolada, resultando na formação de um cancro.