Glomerulonefrite – Sintomas

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Os sintomas mais comuns são urina com sangue ( escura, cor de ferrugem ou castanha) ou com espuma (pela presença de um excesso de proteínas), inchaço da face, olhos, tornozelos, pés ou abdómen, dor abdominal, sangue nos vómitos ou nas fezes, tosse e dificuldade de respiração, diarreia, aumento no número de micções, febre, sensação de cansaço, perda de apetite, dores musculares e articulares, e hemorragias nasais.

A glomerulonefrite pode evoluir para outras complicações como a síndrome nefrótica aguda, alterações do sangue, doença renal crónica, infeções urinárias de repetição, insuficiência renal terminal, acumulação de fluidos com insuficiência cardíaca ou edema pulmonar, aumento dos níveis de potássio, hipertensão arterial, e maior suscetibilidade a outras infeções.


Dúvidas relacionadas


Terminei a cartela do anticoncepcional, quando a menstruação deve vir?

Em geral, a menstruação vem entre 3 a 7 dias após terminar a cartela do anticoncepcional.


Apneia do sono – Sintomas

É uma perturbação respiratória relacionada com o sono, de maior gravidade do que a roncopatia simples, e consiste na cessação do fluxo respiratório durante o sono por mais de 10 segundos e mais de cinco vezes por hora devido ao colapso da via aérea superior. A sua consequência direta é a alteração do padrão do sono, em que há uma incapacidade de se atingir as fases profundas, as que permitem o descanso físico e mental. Deste modo, o doente não se sente restabelecido pela manhã. Pode ter sonolência durante o dia, quer no emprego, quer a conduzir ou a fazer outras atividades simples do dia a dia. Pode também ter cefaleias, irritabilidade e alterações do humor. Nas situações mais graves pode haver deterioração intelectual, da atenção, memória e raciocínio bem como impotência sexual.

A incorreta oxigenação do sangue que ocorre durante a noite induz problemas graves como o aumento do trabalho cardíaco, hipertensão arterial, arritmias cardíacas, maior risco de enfarte agudo do miocárdio e alterações hormonais.


Cancro Neuroendócrino – O que é

O cancro neuroendócrino tem origem nas células neuroendócrinas. Dada a localização dispersa destas células nos epitélios, o cancro neuroendócrino pode aparecer em inúmeros locais do corpo.

O mais frequente é o cancro neuroendócrino do tubo digestivo ou do pâncreas, mas estas células podem também dar origem a cancros neuroendócrinos nos sistemas respiratório e genitourinário, embora menos frequentes.

Os cancros neuroendócrinos são raros e crescem devagar. A maioria tem origem no apêndice, intestino delgado ou recto. Por vezes, forma-se mais que um tumor.


Dependência de substâncias – O que é

Define-se como uma dependência de um “tóxico” ou droga que provoca adicionalmente perturbações psicológicas.

As drogas não são todas iguais quanto à sua toxicidade: algumas são muito tóxicas, outras, como o álcool, podem ser ingeridas de forma controlada por muitas pessoas sem problemas de maior. Por outro lado, a heroína, ao contrário do álcool, é uma droga com menos efeitos tóxicos a longo prazo mas apresenta uma enorme capacidade de criar adição. Importa, por isso, distinguir a dependência causada por diferentes substâncias porque estas têm características diferentes e é possível utilizar algumas delas de forma não abusiva.

O que atribui perigosidade real, assim como o que induz e mantém o seu consumo é um conjunto de fatores que interagem de forma dinâmica e estão relacionados com as propriedades farmacológicas da substância, as características psicológicas do consumidor e o ambiente social que o rodeia. Significa isto que pessoas diferentes integradas em meios diferentes apresentam um maior ou menor potencial de se tornarem dependentes da mesma substância.

A compulsão por drogas ou por outras substâncias define-se quando estão presentes, em simultâneo, diferentes critérios:

Um forte desejo para as consumir;
Dificuldades em controlar o comportamento, tanto no que se refere ao início, fim e níveis de consumo;
Estado de abstinência fisiológico quando o uso cessa ou é reduzido;
Evidência de tolerância, na qual doses crescentes são necessárias para se obter um efeito inicialmente obtido com dosagens mais baixas;
Abandono progressivo de prazeres e interesses alternativos em favor do seu uso e aumento da quantidade de tempo necessária para se recuperar dos seus efeitos;
Persistência na sua utilização, apesar da evidência de consequências manifestamente nocivas.


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