Hérnia do desportista – O que é
A hérnia inguinal do desportista resulta de uma fraqueza da parede posterior do canal inguinal mas, ao contrário do quadro anterior, aqui não existe uma hérnia detetável no exame físico. Trata-se de uma lesão musculotendinosa na região inguinal.
É uma lesão dolorosa dos tecidos moles na região da virilha que, quase sempre, ocorre durante uma prática desportiva que implica mudanças súbitas de direção ou movimentos de torção.
Embora a hérnia do desportista possa evoluir para uma hérnia tradicional, trata-se de um tipo diferente de lesão, resultante de uma laceração num tecido mole (músculo, tendão ou ligamento) na região abdominal inferior ou zona da virilha. Os músculos mais afectados nesta lesão os oblíquos da parede abdominal inferior bem como os seus tendões. Uma das zonas mais afectadas é o local de inserção dos tendões dos músculos adutores da coxa no osso púbico enquanto a hérnia tradicional ocorre no canal inguinal. Em 12% dos casos é bilateral. Os homens são afectados mais frequentemente do que as mulheres.
Este quadro afecta 0,5 a 6,2% dos atletas, dos quais 58% são futebolistas profissionais. Os jogadores de hóquei no gelo tendem a ter, pelo menos, um episódio por temporada.
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Clamídia genital – Sintomas
Nos homens, a infeção genital é habitualmente assintomática. Os indícios podem ser dor ou sensação de queimadura inespecíficas no períneo ou testículos ou corrimento uretral. Pode ainda ocorrer ardor ao urinar e surgir outras manifestações como epididimite, prostatite ou proctite. Também é possível aparecer a síndrome de Reiter, definida pela presença de artrite, conjuntivite e uretrite.
Nas mulheres, é também frequente a infeção não causar quaisquer sintomas. Em cerca de 20% surgem sintomas como corrimento, ardor e micções mais frequentes. Pode também ocorrer uretrite ou cervicite. Em algumas pacientes, surge a doença inflamatória pélvica, que se pode complicar sob a forma de infertilidade, gravidez ectópica ou oclusão das trompas.
No linfogranuloma venéreo a lesão primária surge no local de contacto com o microrganismo. Algumas semanas depois surge um gânglio inflamado e aumentado de volume (adenopatia, habitualmente unilateral). Estes podem crescer formando uma placa com tendência a ulcerar e com a possibilidade de cicatrizar provocando inchaço no membro atingido.
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Cavidade Anoftálmica – O que é
Existem igualmente casos de anoftalmia (ausência de globo ocular) ou microftalmia (globo anormalmente pequeno) que decorrem de alterações do desenvolvimento intra-uterino e estão presentes desde o nascimento.
Os procedimentos para esta doença são:
Evisceração
Enucleação
Exenteração
Reabilitação orbitária