Hérnia epigástrica – Sintomas
Se se tornar dolorosa ao toque ou a pele ficar avermelhada e se esses sinais se acompanharem de náuseas, vómitos e dor, pode ter ocorrido o estrangulamento da hérnia, situação que requer uma avaliação médica de urgência.
É importante reter que qualquer hérnia estrangulada se pode associar a morte dos tecidos que ficaram retidos, com consequente risco de infeção, perfuração e, mesmo, morte.
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Nefrite – O que é
Os rins são os órgãos que filtram o sangue removendo o excesso de água, sais e produtos do metabolismo, mantendo as proteínas. Quando há distúrbios na sua função, as proteínas perdem-se e ocorre acumulação de líquido dos tecidos. De acordo com o nível de gravidade, existem dois tipos de nefrite: a aguda e a crónica. No primeiro caso, por ser uma manifestação mais branda da doença, havendo uma tendência para a recuperação espontânea. Na forma crónica, ocorre uma lesão progressiva dos glomérulos renais.
Também resultar de uma infeção, como é o caso da pielonefrite.
Os sinais da nefrite dependem do tipo, da localização e da intensidade da reação imune. No entanto, os vários distúrbios que lesam os rins podem produzir diferentes de lesões, sintomas e consequências.
Em geral, a inflamação não afeta todo o rim. A doença resultante depende da inflamação atingir basicamente os glomérulos (a primeira parte do aparelho de filtragem do rim), os túbulos e os tecidos que circundam os glomérulos ou os vasos sanguíneos infrarrenais, causando uma vasculite.
Esclerose múltipla – O que é
Trata-se de uma doença neurológica crónica, mais comum no jovem adulto, e que surge habitualmente na terceira década de vida, com o dobro da frequência no género feminino. A maioria dos casos é diagnosticada entre os 20 e os 50 anos, mas pode afetar pessoas com idades entre os dois e os 75 anos. Embora não seja fatal, é muito incapacitante, influenciando de modo significativo todos os aspetos da vida dos pacientes.
A esclerose múltipla atinge o sistema nervoso central. As fibras nervosas das células do sistema nervoso estão revestidas por uma bainha chamada mielina que é essencial para que os estímulos sejam corretamente propagados. Nesta patologia a mielina é destruída, impedindo uma adequada comunicação entre o cérebro e o corpo. Por outro lado, o processo inflamatório que ocorre nesta doença lesiona as próprias células nervosas, causando perda permanente de diversas funções, dependendo das zonas afetadas.
A sua evolução é muito variável e impossível de prever. Em regra, existem quatro tipos:
A forma recidivante-remitente, em que ocorrem ataques que duram dias a semanas, seguidos de uma recuperação;
A forma secundariamente progressiva, na qual os défices se vão acumulando após cada crise;
A forma primariamente progressiva, que evolui desde o seu início;
A forma remitente-progressiva, em que a doença progride de modo evidente mas em que podem ocorrer períodos livres de sintomas.
A primeira é a mais frequente.