Hipertensão arterial secundária de causa endócrina – O que é

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Designa-se como hipertensão secundária a hipertensão arterial associada a uma causa direta que pode ser identificada e tratada. A maioria dos casos de hipertensão arterial não apresenta uma causa aparente facilmente identificável, sendo conhecida como hipertensão essencial. Uma pequena proporção dos casos de hipertensão arterial é devida a causas muito bem estabelecidas.

A hipertensão secundária de causa endócrina está relacionada com o sistema endócrino, formado pelo conjunto de glândulas que segregam hormonas que são disponibilizados na circulação sanguínea pela hipófise, hipotálamo, tiroide, suprarrenais, pâncreas, ovários, testículos e tecido adiposo. Pode ser desencadeada por tumores ou outras anormalidades que fazem com que algumas glândulas do sistema endócrino secretem quantidades excessivas de hormonas que elevam a pressão sanguínea.


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habitualmente colocado um implante para reposição de volume.


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O tabagismo é a dependência física e psicológica da nicotina, uma substância tóxica presente no tabaco e que reduz a irrigação sanguínea nos tecidos e no sistema nervoso central. Contudo, esta é apenas uma das 4 mil substâncias tóxicas e irritantes presentes no cigarro, 70 das quais cancerígenas, tais como:

Substâncias radioativas, como Polónio 210 e Carbono 14
Metais pesados, como o chumbo e o cádmio, que se concentram no fígado, rins e pulmões
Monóxido de carbono: assume o lugar do oxigénio conduzindo à intoxicação do organismo
Alcatrão, altamente cancerígeno

 

 Na Europa, o tabagismo é responsável por um milhão e 200 mil mortes todos os anos e a tendência é para que atinja os dois milhões, prevê a Organização Mundial da Saúde.

Em Portugal, entre 20 a 26 por cento da população fuma, numa proporção de três homens e meio para cada mulher, e morrem cerca de 11,800 portugueses por ano como consequência deste hábito.

O tabagismo prejudica a saúde, diminuindo a sua qualidade e duração. Além disso, constitui um fator de risco para o aparecimento de várias doenças.

Este hábito não afeta apenas os fumadores ativos, mas também quem está indiretamente exposto ao fumo do tabaco (fumadores passivos).


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Adriana Bernardi, confeiteira, 35 anos, fumou por 10 anos e hoje comemora 18 meses longe do tabagismo. Ela cita os diversos benefícios recebidos.


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