Hipotonia – O que é

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A hipotonia define-se como uma diminuição da resistência ao movimento passivo. É facilmente reconhecida na observação do recém-nascido, sendo um dos sinais mais frequentes de doença nesta faixa etária.

É um sinal clínico inespecífico, mas muitas vezes associado a doença grave, pelo que se torna importante um diagnóstico precoce para instituir a terapêutica adequada, estabelecer o prognóstico e oferecer aconselhamento genético. A grande diversidade de causas subjacentes e respetivos exames complementares realça a relevância de uma investigação metódica e sistemática.

Fala-se em hipotonia quando se verifica uma redução do tónus muscular. Trata-se de um sintoma e não de uma doença em si. Os músculos saudáveis nunca estão completamente relaxados. Existem sempre algum grau de tensão e rigidez que se traduzem numa resistência ao movimento. Durante o sono, o tónus muscular é menor. A hipotonia é diferente da fraqueza muscular, embora por vezes seja difícil distinguir as duas condições que, até, podem ocorrer no mesmo paciente. No entanto, a hipotonia é mais frequentemente em recém-nascidos ou nas crianças. Pode ocorrer também em fases mais avançadas da vida.


Dúvidas relacionadas


Alzheimer – O que é

A doença de Alzheimer constitui numa alteração neurológica que causa perda de memória e declínio cognitivo progressivos. Atualmente é o tipo de demência mais comum, sendo responsável por 60% a 80% dos casos nos Estados Unidos: em 2013, 6,8 milhões de pessoas foram diagnosticadas com demência, dos quais cinco milhões classificados como Alzheimer. Em 2050, espera-se que os números dupliquem.

A doença de Alzheimer, de instalação insidiosa e progressão lenta, afeta, primeira e predominantemente, a memória episódica, com o doente a começar a ter dificuldades em lembrar-se de fragmentos recentes da sua vida (onde coloca os objetos, os recados, o que comeu no dia anterior, em que dia do mês está).


Insulina – O que é

A insulina é uma hormonal hipoglicemiante segregada pelas células beta dos ilhéus de Langerhans do pâncreas, que é usada no tratamento dos doentes diabéticos.

As células beta libertam insulina no sentido de auxiliar o organismo a usar ou armazenar a glicose do sangue que se obtém a partir da alimentação.


Perdas urinárias pós-parto – Sintomas

Existem vários tipos de incontinência urinária:

 

Incontinência Urinária de Esforço (IUE)

Perda involuntária de urina durante a realização de actividades de esforço.

Incontinência Urinária de Urgência (IUU)

Perda involuntária de urina que ocorre depois de um súbito e intenso desejo de urinar.

Incontinência Urinária Mista (IUM)

Coexistência de sintomas de IUE e IUU. Deve-se tentar determinar quais os sintomas que predominam e que mais incomodam a doente. O tratamento envolve a abordagem terapêutica de ambas as formas de incontinência.

Incontinência Urinária de Refluxo

Perda involuntária de urina por sobredistensão de uma bexiga hipotónica. 

Incontinência Urinária Funcional

Este tipo de incontinência ocorre quando a doente, depois de reconhecer a necessidade de urinar, não tem capacidade de chegar a tempo à casa de banho, por mobilidade limitada ou doença neurológica que a impeça de planear essa ação de forma estruturada.


Amigdalite – Sintomas

A amigdalite manifesta-se por:

Dor de garganta
Febre (grau variável)
Dificuldade em engolir
Dor de ouvidos (reflexa)
Mau estar geral

A hipertrofia das amígdalas palatinas e adenoides tem como sintomas mais comuns:

Respiração bucal
Roncopatia
Paragens respiratórias durante o sono (apneias de sono)
Dificuldades de deglutição
Voz nasalada


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Clinica De Reabilitação E Fisioterapia Lumar – Brasilia – DF