Isquemia – O que é
Esta condição grave pode causar lesão dos tecidos, a perda de um membro ou, mesmo, a morte.
Dúvidas relacionadas
Quando deitada e levanto minha vista escurece…
Esclerose lateral amiotrófica – Sintomas
Existem diferentes formas de apresentação desta doença. A forma medular, a mais frequente, envolve os músculos dos braços ou das pernas, causando dificuldades na marcha. Se envolver fraqueza dos músculos das mãos, pode ser difícil, por exemplo, abotoar um casaco. Ocorrem ainda perturbações na articulação das palavras, em mastigar e em engolir, além de falta de ar e tosse, entre outras. Geralmente há um envolvimento progressivo da musculatura corporal de forma difusa, sendo o seu ritmo muito variável.
Quando a fraqueza muscular envolve os músculos do pescoço ou do dorso, estamos perante a forma axial da doença. Quando ocorrem queixas associadas a diversos pontos do corpo, fala-se em forma difusa.
Esta enfermidade pode associar-se a uma forma de demência, existindo, neste caso, maior probabilidade de haver uma base genética, com diversos membros da família afetados.
Obstipação – Sintomas
A obstipação, quando não devidamente tratada, pode causar hemorroidas, incontinência fecal ou impactação fecal, que traduz a acumulação de fezes secas e duras no reto.
Luxação Acromioclavicular – O que é
Ocorre também em desportos de contacto (futebol, rugby), no ciclismo e em acidentes de viação. Ela corresponde a cerca de 3% das lesões do ombro e a 40% das lesões desportivas do ombro.
É mais comum nas mulheres e entre os 20 e os 30 anos.
Esta articulação liga a omoplata à clavícula e é sustentada por diversos ligamentos que se podem romper quando ocorre lesão nesta região.
As lesões desta articulação classificam-se em tipos de I a VI, em função da extensão da lesão e do número de ligamentos envolvidos.
As lesões traumáticas mais frequentes da AC são provocadas por forças diretas sobre o bordo superolateral do ombro com o braço em adução, geralmente no contexto de queda. Na nossa realidade estas lesões são típicas da 2ª e 3ª década de vida, no contexto de desportos de contacto (BTT, rugby, motocross, tauromaquia) e afetam os homens entre 3 a 10 vezes mais.
Assim, no grau I existe um estiramento/rotura parcial dos ligamentos acromio-claviculares e no grau II uma rotura total, sem haver tradução radiográfica de lesão. No grau III existe uma translação superior da clavícula em relação ao acrómio, por rotura dos ligamentos coraco-claviculares, enquanto no grau IV esta além de ser superior também é posterior, para dentro ou através das fibras do trapézio. Nas lesões grau V a separação ainda é maior, com perda da integridade da fascia trapeziodeltoideia, passando a extremidade lateral da clavícula a estar subcutânea. O grau VI, raro, é caracterizado pela passagem da clavícula por baixo da apófise coracóide/tendão conjunto.