Laboratório da função respiratória – O que fazemos?

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As provas de função respiratória são um conjunto de técnicas que permitem avaliar a capacidade dos pulmões em repouso e quando estimulados pelo exercício ou por fármacos (broncodilatadores ou broncoconstritores).

Estes exames podem ser realizados a partir dos 3 anos de idade e permitem diagnosticar precocemente alterações respiratórias bem como acompanhar a sua evolução e resposta  terapêutica, ao longo dos anos.

De forma a responder também a algumas alterações funcionais que ocorrem  durante o sono, realizamos também exames de sono em regime ambulatório.

No nosso laboratório as diversas técnicas que dispomos para avaliar integralmente o sistema respiratório são:

Espirometria
Pletismografia corporal total
Difusão alvéolo-capilar
Pressões musculares
Prova de broncodilatação
Prova de provocação inalatória 
Prova de esforço respiratória
Níveis de inflamação brônquica (FeNO)
Teste de exercício cardiopulmonar
Teste de tolerância à altitude
Oximetria transcutânea
Oximetria noturna
Registo poligráfico sono III
Actigrafia
Rinomanometria


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Não, nem toda menina sangra na primeira vez.


Sistema imunitário – O que é

O sistema imunitário é composto por células e substâncias solúveis.

As células mais importantes do sistema imunitário são os glóbulos brancos. As substâncias solúveis mais importantes são os anticorpos, as proteínas do sistema do complemento e as citocinas. Algumas substâncias solúveis actuam como mensageiros para atrair e activar outras células. O complexo major de histocompatibilidade (MHC, major histocompatibility complex) é a base do sistema imunitário e ajuda a identificar o que é próprio e o que é estranho.


Cancro da Tiroide – O que é

As células que constituem um tecido normal crescem e dividem-se à medida que vai sendo necessário, de forma controlada, com o objetivo de substituirem as células envelhecidas e assim  preservar a função do órgão ao qual pertencem.

Durante este processo, que é continuo, uma das células pode sofrer uma ou mais mutações genéticas, fazendo com que a sua divisão deixe de ser regulada, passando a ser excessiva, dando origem a um tumor. Nos tumores malignos, as células   podem deixar de respeitar os limites do órgão, infiltrando os tecidos vizinhos ou dando origem a colónias celulares noutros órgãos ou estruturas, processo que se designa por metastização.

A tiroide tem, na sua constituição, dois tipos de células endócrinas, que sintetizam e segregam hormonas, e que podem originar  tumores malignos distintos: a célula folicular, que segrega as hormonas tiroideias T4 e, em menor quantidade, T3 e a célula C ou parafolicular que produz calcitonina.


Quem tem epilepsia pode beber álcool?

Beber uma pequena quantia de álcool pode não afetar as pessoas que tem epilepsia sob controle. O consumo moderado a pesado de bebidas alcoólicas aumenta o risco de precipitar as crises, principalmente no período de 7 a 48 horas após a ingestão de álcool.


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