Mordida aberta – O que é

Publicidade

A mordida aberta é um tipo de má oclusão caracterizada pelo desalinhamento e ausência de contacto entre as arcadas dentárias superior e inferior quando ocorre o encerramento bucal.

A má oclusão da mordida aberta é um dos problemas ortodônticos mais desafiadores. A sua prevalência varia de 1,5% a 11% de acordo com a sua idade cronológica e dentária. É um tipo de maloclusão de causa multifactorial e a sua abordagem não se limita a um estrito tratamento mecânico. No base desta condição estão alterações musculares, ósseas e dentárias associadas a hábitos errados.


Dúvidas relacionadas


Cortisol alto: Quais os sintomas e como é o tratamento?

Os sinais e sintomas de cortisol alto podem incluir aumento de peso, aumento da pressão arterial, perda de massa óssea e muscular, alterações de humor, depressão, cansaço, insônia, perdas de memória, dificuldade de concentração e aprendizagem, diminuição da libido, menstruação irregular, entre outros.


Cartilha Desenvolvimento do bebê

Conheça algumas características desse período e acompanhe o desenvolvimento do seu filho sem dúvidas


7 Erros que você não pode cometer se quer emagrecer

Na tentativa de emagrecer rápido, é comum as pessoas cometerem erros que não só atrapalham o emagrecimento como também podem prejudicar a saúde. Confira 7 erros que você não pode cometer se pretende perder peso de forma saudável.


Espondilolistese – O que é

A espondilolistese ocorre quando uma das vértebras da coluna desliza da sua posição normal, geralmente deslocando-se para frente sobre a vértebra que se encontra imediatamente abaixo. É mais comum na região lombar.

Já a espondilólise, condição associada, corresponde a um defeito da pars interarticularis (pequeno segmento de osso que une as facetas de uma vértebra) de uma vértebra.

 

A espondilolistese é dividida em tipos e graus, baseados na sua origem: 

Tipo I: Em alguns casos, as pessoas nascem com espondilolistese. Uma criança também pode desenvolver a condição naturalmente durante o seu desenvolvimento. Em ambas as situações, pode não haver qualquer sintomas até mais tarde.
Tipo II:  O mais comum, ocorre quando há um problema com uma seção da vértebra chamada pars interarticularis. As fraturas do tipo II só se tornam espondilolistese se obrigarem a vértebra a mover-se para frente. O tipo II é inclui:

IIA que envolve microfraturas causadas por utilização excessiva das vértebras e hiperextensão;
IIB que inclui muitas microfraturas que curam com formação de osso extra, provocando alongamento e desalinhamento;
IIC corresponde a uma fratura completa causada por trauma (lesão desportiva ou acidente);

Tipo III:  Está associado ao envelhecimento e ao desgaste ósseo natural;
Tipo IV: Trata-se de uma fratura que ocorre em qualquer zona da vértebra, exceto na região pars interarticularis;
Tipo V: Devido a tumores nas vértebras;
Tipo VI: É uma espondilolistese rara causada pelo enfraquecimento após cirurgia.

 

Esta patologia é também classificada em graus de acordo com a percentagem de deslizamento anterior do corpo vertebral: 

Grau 1: 25%
Grau 2: Entre 25% e 50%
Grau 3: Entre 50% a 75%
Grau 4: Entre 75% a 100%
Grau 5: O corpo vertebral parece totalmente desconectado


Publicidade
Publicidade

Clinica De Medicina Fetal E Pediatria – Maraba – PA



Grazielli Da Silva – Divinopolis – RJ



Thiago Iafelice Dos Santos – Cuiaba – MT