Osteodensitometria – Vantagens e benefícios
Contudo, a osteodensitometria não deve ser encarada como um método de rastreio universal para utilizar em todas as mulheres após a menopausa.
Dúvidas relacionadas
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Cancro do Estômago – O que é
As células epiteliais do estômago são as responsáveis pela constituição do tecido epitelial do estômago, a mucosa.
No seu estado normal, estas células crescem e dividem-se em novas células, que são formadas à medida que vão sendo necessárias, este processo chama-se regeneração celular.
Quando as células perdem o mecanismo de controlo e sofrem alterações no seu genoma (DNA), tornam-se células de cancro, que não morrem quando envelhecem ou se danificam, e produzem novas células que não são necessárias de forma descontrolada, resultando na formação de um cancro.
Ao contrário das células normais, as células de cancro do estômago não respeitam as fronteiras do órgão, invadem os tecidos circundantes e podem disseminar a outras partes do organismo. A este processo dá-se o nome de metastização.
O cancro do estômago tem origem habitualmente nas células da camada interior do estômago. Com o tempo, o cancro pode invadir a parede do estômago, e espalhar-se pela camada exterior podendo invadir órgãos como o fígado, o esófago, o intestino, bem como os gânglios linfáticos próximos.
Doença de Perthes – O que é
Habitualmente é mais frequente no género masculino mas tende a ser mais grave no género feminino e, por isso, o prognóstico é pior nesses casos. A sua incidência exata é difícil de determinar, porque muitos casos não são diagnosticados. Mas em 20% existe uma relação familiar.
Cirrose hepática – O que é
A cirrose hepática conduz à destruição do fígado. É também chamada de doença hepática crónica e caracteriza-se pela morte das suas células, aparecimento de cicatrizes (fibrose) e alteração da sua estrutura. Este órgão fica com uma consistência muito dura e cheio de nódulos. Esta alteração compromete a circulação e afeta a sua função.
Em Portugal, morrem cerca de duas mil pessoas todos os anos por cirrose hepática e calcula-se que cerca de 8% a 10% dos portugueses tenham problemas do fígado. É a nona causa de morte, em termos gerais, mas é a quarta de morte precoce, ou seja, antes dos 70 anos. Destes números, o álcool é o principal responsável.