Pericardite
Dúvidas relacionadas
Eletrocardiograma (ECG) – O que é
O eletrocardiograma é um exame que deteta a atividade elétrica do coração. Cada contração do músculo cardíaco ou das válvulas do coração é comandado por pequenos impulsos elétricos gerados no próprio coração. O ECG consegue identificar os padrões normais de transmissão e geração destes impulsos elétricos.
Assim o ECG é o exame mais indicado para avaliar arritmias cardíacas e para a investigação inicial da isquémia cardíaca.
Buraco macular – O que é
Um buraco macular (BM) é um pequeno buraco na retina e causa visão turva ou distorcida. Os BM normalmente acontecem como processo relacionado com a idade e a partir dos 60 anos.
Está o outro olho em risco?
Se tem um BM num olho, existe 10 a 15% de risco de desenvolver um BM no outro olho.
Infeção urinária no bebé – Sintomas
Nas infeções localizadas à bexiga (cistites) e principalmente nas crianças mais crescidas, o principal sintoma é a dor ao urinar, jato interrompido (chichi às pinguinhas), o aumento da frequência das micções e às vezes a incontinência urinária. A urina infetada pode ser fétida, mais carregada, turva e até ter sangue. Nem todas as meninas com estes sintomas têm infeção urinária, podendo tratar-se de um episódio de vulvovaginite.
Síndrome das pernas inquietas – O que é
Existem dois tipos de síndrome de pernas inquietas. O mais comum é o primário, sem causa identificável e, provavelmente, com um componente genético. Este tende a ser crónico. Com o passar do tempo os sintomas pioram e ocorrem mais frequentemente. Nos casos mais ligeiros, pode haver grandes períodos de tempo assintomáticos. O tipo secundário é causado por outra doença ou condição médica e por alguns medicamentos. Os sintomas geralmente desaparecem quando o paciente recupera da enfermidade de base ou quando interrompe a medicação que causou a síndrome de pernas inquietas.
A prevalência desta síndrome não é bem conhecida, com estudos sugerindo valores entre 0,1% e 15,3%. Esta incidência tende a aumentar com a idade. A gravidade das queixas e a velocidade da sua progressão parecem ser maiores quando a doença se manifesta pela primeira vez mais tarde.
Ela é mais frequente no género feminino e mais comum em mulheres grávidas, sobretudo nos últimos três meses de gestação, geralmente melhorando ou desaparecendo algumas semanas após o parto. Nalguns casos, os sintomas podem persistir.