Polipectomia endoscópica – O que é

Publicidade

A polipectomia endoscópica é o procedimento terapêutico mais frequentemente realizado na colonoscopia consistindo na remoção de lesões – os pólipos – que se podem encontrar no interior do recto e do cólon. Após a sua remoção, os pólipos são enviados para análise microscópica, a efetuar por um médico especialista em Anatomia Patológica.


Dúvidas relacionadas


Quais são os sintomas do câncer de pele?

Os sinais e sintomas do câncer de pele variam conforme o tipo de câncer. Os mais frequentes são os melanomas e os carcinomas, cujas manifestações podem incluir manchas, pintas ou feridas que sangram e não cicatrizam, com bordas irregulares e que podem ter mais de uma cor na mesma lesão (preto, marrom, vermelho).


Escabiose ou sarna vulgar – Doenças e Tratamentos

É uma das parasitoses humanas mais frequentes, causada pelo ácaro Sarcoptes scabiei var. hominis , que parasita apenas o ser humano.


Glaucoma – Doenças e Tratamentos

glaucoma é uma degradação do nervo óptico, normalmente associada ao aumento da pressão intraocular (pressão dentro do olho). Há, porém, casos de pessoas com pressão ocular normal que podem ter glaucoma. O nervo óptico é responsável por captar as informações que enxergamos e transmiti-las ao cérebro


Endocardite – O que é

É uma infeção da camada interior do coração (endocárdio).

A endocardite ocorre, de um modo geral, quando uma bactéria ou um microrganismo proveniente de outro local do organismo (como a cavidade oral) se espalha pela corrente sanguínea e adere a áreas lesadas do endocárdio. Se não for tratada, pode danificar ou destruir as válvulas do coração e causar complicações potencialmente fatais.

A lesão característica de endocardite é um coágulo infetado formado por plaquetas e fibrina e que contém outras células. Este  pode localizar-se em qualquer sítio do endotélio, mas frequentemente ocorre nas superfícies das válvulas cardíacas e das próteses valvulares, no caso de doentes operados.

A endocardite é rara em corações normais e, por isso, as pessoas em risco são aquelas que apresentam válvulas do coração já doentes, artificiais (após cirurgia) ou outros tipos de anomalias cardíacas.

Apesar da gravidade da endocardite infeciosa (a sua mortalidade intra-hospitalar varia entre 10% e 26%), a doença é rara, com uma incidência de três a 10 episódios por 100 mil doentes, anualmente.


Publicidade
Publicidade

Clinica Jose Testhay Filho – Niteroi – RJ



Consultorio Medico Dr Josenilton Carlos Henriques – Joao Pessoa – PB