Qual o tratamento para fibroadenoma mamário?

Publicidade

O tratamento para fibroadenoma mamário pode ser feito através de controle clínico-radiológico ou cirurgia. Nos tumores menores, em pacientes com menos de 25 anos, pode ser efetuado o controle clínico e ecográfico semestral. Se o fibroadenoma apresentar crescimento progressivo, é indicada a sua remoção cirúrgica.


Dúvidas relacionadas


Há risco de gravidez ao transar sempre com camisinha?

Há um risco muito pequeno. A camisinha pode ser usada como método contraceptivo e é considerada um método seguro, sendo bastante eficaz quando é usada de maneira correta, do início ao fim da relação sexual e em todas as relações.


Umbigo – O que é

O umbigo ou embigo (uso antigo e informal) é a cicatriz resultante da queda fisiológica (natural) do cordão umbilical (resultante do parto costuma cair entre uma a duas semanas após o nascimento, formando assim o umbigo no bebé) e costuma manifestar-se como uma depressão na pele.

A palavra umbigo tem sua origem no latim umbilicus, diminutivo de umbo, com o sentido de saliência arredondada em uma superfície; foi escrita pela primeira vez em um documento oficial em 1563.


Qual o tratamento e cuidados para quem tem pé diabético?

O tratamento do pé diabético deve ser, idealmente, multidisciplinar. O mais importante é prevenir o seu aparecimento. Abordarei primeiro as medidas para quem já tem pé diabético e, mais importante, para evitar seu surgimento, que devem ser adotadas por TODO paciente diabético. Em seguida, citarei as modalidades de tratamento.


Hipocondria – O que é

É uma perturbação na qual uma pessoa refere sintomas físicos e está especialmente preocupada porque crê firmemente que correspondem a uma doença grave. Trata-se de um receio mórbido respeitante às funções do organismo ou ao estado de saúde em geral, quer do ponto de vista mental ou físico, dando lugar a queixas que são comunicadas a outras pessoas. É, portanto, uma fobia às doenças, apontando-se-lhe diversas causas possíveis

Embora alguns cientistas a considerem como um quadro clínico autónomo, outros preferem designá-la como sendo um subproduto de outros perturbações, como a depressão e a esquizofrenia.

Do ponto de vista terapêutico tem suscitado os mais variados tipos de intervenção. Como o êxito obtido com tais métodos nem sempre corresponde às expectativas, tem-se afirmado que o prognóstico da hipocondria é reservado.

Os fatores socioculturais são muito relevantes nesta patologia. O papel que em cada altura é atribuído a certas doenças como, por exemplo, a tuberculose, o cancro ou as doenças de transmissão sexual, pode contribuir para gerar em diversas pessoas receios específicos em relação à doença mais comentada e falada. A internet e as redes sociais, nos tempos recentes, podem acelerar a divulgação da informação sobre as enfermidades, o que, nas pessoas suscetíveis, é uma fonte acrescida de preocupação.

Por outro lado, é importante a história prévia de saúde de um indivíduo, que pode sensibilizá-lo a respeito de determinado aparelho ou sistema orgânico. Noutros casos, pode ocorrer uma identificação com um familiar que tenha tido uma patologia grave, ou ter existido uma educação num ambiente em que as doenças receberam demasiada atenção.

Embora a existência de uma patologia real possa dar origem a uma fobia às doenças, de um modo geral, na base da hipocondria não se encontra uma perturbação física bem definida.

Estima-se que a hipocondria afete cerca de 1% a 5% da população geral, sendo igualmente comum nos géneros feminino e masculino. Alguns dados referem uma prevalência entre 4% a 9% nas consultas de clínica geral em Portugal.


Publicidade
Publicidade

Ana Lucia Balbino Peixoto – Vitoria – RJ



Ga Ma Clinica De Ultrassonografia – Cacador – SC



Antonio Jose Da Rocha Nogueira Da Silva – Recife – PE